Após prisões, prefeitura faz operação pente fino na feira de Aparecida

A prefeitura de Aparecida vai realizar uma operação de pente fino na Feira de Ambulantes neste sábado (7) e domingo(8) . A ação de fiscalização vai ocorrer três dias depois do Secretário de Comércio Ambulante João Luiz Mota, do vereador Élcio Ribeiro Pinto (DEM) e outros servidores municipais serem presos acusados de montar um esquema de venda de barracas na feira de Aparecida.

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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Vista da Feira Livre de Aparecida, alvo de investigação da Polícia

Divulgação/PMA

A prefeitura vai realizar uma operação pente fino na Feira Livre de Aparecida neste sábado (7) e domingo (8). A ação de fiscalização vai ocorrer três dias depois do secretário de Comércio Ambulante, João Luiz Mota, do vereador Élcio Ribeiro Pinto (DEM) e outros servidores municipais serem presos acusados de montar um esquema de venda de barracas no local.

Segundo a prefeitura, a feira vai funcionar normalmente neste final de semana. Os fiscais da Secretaria de Comércio Ambulante vão acompanhar os feirantes da montagem à desmontagem das barracas, conferindo documentos e os alvarás de funcionamento.

O trabalho será realizado por 10 funcionários acompanhados do secretário interino da pasta, Marcos Willian dos Santos, que tomou posse na última quinta-feira (5). Segundo Santos, a prefeitura pretende com a ação garantir que o trabalho dos ambulantes ocorra sem prejuízos, apesar dos últimos acontecimentos.

Recadastramento
Assim que assumiu o cargo, Santos informou que vai promover um recadastramento de todos ambulantes de Aparecida. De acordo com o secretário interino,  até o final deste mês, serão divulgadas as normas e diretrizes do recadastramento.

Entenda o caso
Na última quarta-feira (4), a Polícia Civil prendeu em uma operação denominada Leviatã, o secretário Mota, o vereador Élcio, além de três servidores da prefeitura e dois homens que atuariam como agenciadores.  As detenções são resultado de investigação de quatro meses da polícia, que recebeu denúncias de que um grupo com políticos e funcionários públicos estariam controlando e vendendo irregularmente pontos de barracas na Feira Livre de Aparecida.

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