Bibliotecas de Taubaté deverão ter acervo em braile e áudio
A Câmara de Taubaté aprovou o projeto que estabelece que um percentual de 5% dos livros nas bibliotecas sejam em formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual, em braile e áudio livro, nesta sexta-feira (16). Para que entre em vigência, o projeto deve ser submetido à segunda votação e sancionado pelo prefeito.


Bibliotecas de Taubaté deverão ter acervo em braile
Divulgação/CMT
A Câmara de Taubaté aprovou o projeto que estabelece que um percentual de 5% dos livros nas bibliotecas sejam em formatos acessíveis para pessoas com deficiência visual, em braile e áudio livro, nesta sexta-feira (16). Para que entre em vigência, o projeto deve ser submetido à segunda votação e sancionado pelo prefeito.
“Sabemos da necessidade que tem o deficiente visual, então, queremos que o município compre livros em braile. Sabemos das necessidades e dificuldades das crianças (que não têm acesso a esses materiais)”, afirma o autor do projeto, vereador Paulo Miranda (PP).
Com o projeto, foi aprovada uma emenda de Jeferson Campos (PV), que inclui a disponibilização de computadores com sistemas que permitam a áudio leitura. Segundo o vereador, em 2011, quando presidiu a Câmara, ganhou do Senado Federal a Constituição Brasileira e a Lei Orgânica da cidade em braile, que estão disponíveis na biblioteca do Jurídico da Câmara.
Para Joffre Neto (PSB), o projeto vai gerar mercado de trabalho para os deficientes visuais, que terão que produzir os livros em braile. “A ADV-Vale (Associação dos Deficientes Visuais de Taubaté e Vale do Paraíba) sobrevive graças aos esforços de seus integrantes, que são cegos, e, no entanto, ainda há barreiras para este público, em especial no mercado de trabalho”, conta.
Projetos do prefeito
Durante a sessão extraordinária, foram aprovados outros quatro projetos de autoria do prefeito. O primeiro autoriza a cidade a obter financiamento com a Desenvolve SP – Agência de Fomento do Estado de São Paulo, para a aquisição de um ônibus urbano acessível e uma van adaptada, dentro do programa Linha de Acessibilidade Urbana.
O segundo desmembra o Departamento de Cultura em área de Cultura e área de Museus, Patrimônio e Arquivo Históricos e cria cargos de gerentes e museólogo.
O terceiro permite união ou recomposição de lotes no Jardim Alah, desde que cada um apresente frente mínima de dez metros e área mínima de 250 m² e o quarto revoga a lei que autorizou o uso do imóvel localizado na rua João Vanone, no Estoril, à Loja Maçônica Frei Caneca.
Posts Relacionados

São José Esporte Clube disponibiliza cadastro facial para entrada no Estádio Martins Pereira

Vale Rodeio Show deve atrair mais de 100 mil pessoas em São José

BAEP prende homem procurado por estupro de vulnerável em Pindamonhangaba
