Bolsas de NY fecham em alta com foco em BCE e diálogo EUA-China
As bolsas de Nova York fecharam com ganhos nesta quinta-feira, com investidores atentos aos estímulos econômicos do Banco Central Europeu (BCE) e também às notícias sobre a negociação comercial entre Estados Unidos e China. Os índices acionários chegaram perto de máximas de fechamento recorde, mas houve correção de altas recentes em duas ações…

As bolsas de Nova York fecharam com ganhos nesta quinta-feira, com investidores atentos aos estímulos econômicos do Banco Central Europeu (BCE) e também às notícias sobre a negociação comercial entre Estados Unidos e China. Os índices acionários chegaram perto de máximas de fechamento recorde, mas houve correção de altas recentes em duas ações importantes, da Apple e da Boeing.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,17%, em 27,182,45 pontos, em seu sétimo avanço consecutivo. O Nasdaq registrou ganho de 0,30%, a 8.194,47 pontos, e o S&P 500 subiu 0,29%, a 3.009,57 pontos.
O BCE confirmou a expectativa e lançou mais estímulos monetários, com corte de juro e a retomada das compras líquidas de ativos ao ritmo de 20 bilhões de euros a partir de 1º de novembro. O presidente da instituição, Mario Draghi, afirmou durante entrevista coletiva que agora caberá aos governos atuar na parte fiscal para apoiar o crescimento, o que foi lido por alguns analistas como sinal de que o BCE pode não ter mais muito fôlego para estímulos adicionais. Nas bolsas, porém, as medidas do banco central apoiaram os índices, também com expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) atuará na mesma linha, com corte de juros na próxima semana.
Na arena comercial, os índices futuros já eram beneficiados por indícios de menor tensão entre EUA e China, após na noite de quarta o presidente americano, Donald Trump, anunciar o adiamento de uma elevação de tarifas sobre produtos chineses. Na imprensa americana, houve relatos conflitantes sobre a possibilidade de um acordo e seu formato, mas algumas das notícias sobre o tema apoiaram as bolsas.
Entre algumas ações em foco, Apple caiu 0,22%, corrigindo um pouco das altas dos dois últimos pregões, após evento com lançamento de produtos e novidades que agradaram aos investidores nesta semana. Já a Boeing recuou 1,91%, depois de ter subido mais de 3% na quarta com a declaração otimista do comando da empresa sobre o ritmo do processo para a volta à operação dos modelos 737 MAX, que estão em solo desde que aviões dessa linha se envolveram em dois acidentes fatais.
No caso de alguns setores, o de energia recuou, em jornada negativa para o petróleo: Chesapeake Energy caiu 2,19% e ConocoPhillips, 1,49%, mas Chevron avançou 0,12% e ExxonMobil subiu 0,07%. Entre os bancos, Goldman Sachs subiu 0,89% e JPMorgan, 0,61%, em dia de avanço dos juros dos Treasuries.
Posts Relacionados

Mega-Sena terá cinco sorteios consecutivos nesta semana; prêmio chega a R$ 300 milhões

Justiça Eleitoral determina prisão de secretário de Mobilidade em Salvador por corte na frota de ônibus

Carro do deputado federal eleito Pedro Rousseff sofre acidente na Rodovia Fernão Dias
