Alckmin reforçará combate a drogas perto da Paulista
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta manhã que vai reforçar o combate ao tráfico de drogas na região da Avenida Paulista em resposta à reportagem do jornal ‘O Estado de S. Paulo’ que mostrou a situação de feira livre no comércio de entorpecentes na Rua Peixoto Gomide. A reportagem flagrou vendedores oferecendo em…

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta manhã que vai reforçar o combate ao tráfico de drogas na região da Avenida Paulista em resposta à reportagem do jornal ‘O Estado de S. Paulo’ que mostrou a situação de feira livre no comércio de entorpecentes na Rua Peixoto Gomide. A reportagem flagrou vendedores oferecendo em voz alta maconha, comprimidos de ecstasy, cartelas coloridas de LSD e gotas de GHB – anestésico também usado como estimulante sexual.
“O Departamento Estadual de Prevenção e Repressão ao Narcotráfico (Denarc) já foi acionado, terá uma ação grande e vigorosa nesta região, como fazemos em todas as regiões do Estado”, afirmou o governador. Alckmin disse ainda que a conduta do governo estadual é sempre apoiar os dependentes químicos. “Dependência química é doença e precisa de tratamento”, disse.
A atuação do Centro de Referência de Álcool, Tabaco e outras Drogas (Cratod) foi citada como exemplo. “O Centro está funcionando 24 horas por dia, no Bom Retiro, e recebe quem precisar para tratamento ambulatorial, internação e comunidade terapêutica.” Segundo Alckmin, o Centro conta com 1,3 mil leitos hospitalares voltados a dependentes químicos.
Além da assistência ambulatorial aos dependentes, Alckmin ressaltou a importância da ação policial contra os traficantes. “O tráfico de drogas é crime e precisa ser combatido. É o que a polícia faz, que é prender criminosos”, disse.
O governador participou hoje, na capital paulista, do início das obras de construção de 804 moradias de um empreendimento no bairro do Jaraguá.
Posts Relacionados

Lula alerta para risco de volta das bets; STF faz audiência pública sobre proibição nesta terça


Pena de Bolsonaro em regime fechado pode despencar para 2 anos e 4 meses; entenda
