Banco Central fortalece segurança do Pix com novas normas

Veja as mudanças que começam em novembro

Escrito por: Da redação2 min de leitura
fundo_placeholder-023136

A partir do dia 1º de novembro, o Banco Central introduzirá melhorias significativas nos mecanismos de segurança do Pix, o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos. A nova regulamentação tem como objetivo principal a proteção dos usuários e a prevenção de fraudes, estabelecendo limites para transferências realizadas em dispositivos que ainda não foram previamente cadastrados no sistema bancário.

Segundo informações do Banco Central, as transferências efetuadas através de um novo dispositivo, seja ele um telefone celular ou um computador que ainda não tenha sido identificado pelo banco, estarão limitadas a um valor máximo de R$ 200 por operação. Adicionalmente, o total de transferências diárias via Pix para dispositivos não cadastrados não poderá exceder R$ 1.000. Essas medidas são projetadas para mitigar os riscos de fraude, especialmente em situações de perda ou roubo de dispositivos.

Para efetuar transferências de valores superiores, será necessário realizar o cadastro do dispositivo junto à instituição bancária, o que adicionará uma camada extra de segurança para as transações financeiras. Vale ressaltar que essas alterações afetam exclusivamente os dispositivos que ainda não fazem parte do histórico de uso do sistema bancário. Para os aparelhos já utilizados regularmente nas transferências via Pix, as regras atuais continuam aplicáveis, sem a introdução de novas limitações.

Essas atualizações são parte da estratégia contínua do Banco Central para aprimorar a segurança do Pix, que se consolidou como um dos métodos de pagamento mais amplamente adotados no Brasil desde o seu lançamento. As novas diretrizes adicionam uma barreira extra de proteção, particularmente relevante diante da tendência de digitalização crescente dos serviços financeiros.

Tags:Banco CentraldestaqueSegurançaPublicado em: