BC diz não querer cair na tentação de tolerar inflação alta em troca de expansão
Após diversos economistas passarem a apostar em um novo corte da Selic (a taxa básica de juros) ainda este ano para estimular a economia, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, voltou a rechaçar qualquer movimento do Comitê de Política Monetária (Copom) que tolere uma inflação maior em troca de estímulo ao Produto Interno Bruto…

Após diversos economistas passarem a apostar em um novo corte da Selic (a taxa básica de juros) ainda este ano para estimular a economia, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, voltou a rechaçar qualquer movimento do Comitê de Política Monetária (Copom) que tolere uma inflação maior em troca de estímulo ao Produto Interno Bruto (PIB).
“Temos sim preocupação com o crescimento econômico e achamos que a melhor forma de colaborar com isso é entregarmos a inflação na meta. Não queremos cair na tentação de tolerar inflação mais alta em troca de crescimento”, voltou a dizer.
Campos Neto também evitou responder sobre a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) no próximo mês sobre a meta de inflação de 2022.
Boa parte do mercado acredita que há espaço para reduzir o centro da meta de 3,75% em 2021 para 3,5% em 2022.
“A meta de inflação é uma decisão do CMN e não do BC. Isso ainda será discutido”, limitou-se a dizer o presidente da autoridade monetária.
Posts Relacionados

Raízen oferta mais de 340 vagas em novo processo seletivo para Jovem Aprendiz

Feijão-preto dispara 91% em 2026 e atinge o maior preço em dois anos

Jovem atacada a faca pelo namorado após comemorar reeleição de Lula recebe alta no RN
