Datena desmente possível saída da Band para concorrer à presidência
Apresentador classificou como “fake news” a informação de que estaria deixando a emissora neste momento

O jornalista e apresentador José Luiz Datena (PSL) negou que esteja deixando o Grupo Bandeirantes para se dedicar à sua candidatura para presidente da República nas eleições de 2022.
Em seu programa na Rádio Bandeirantes, na tarde desta quinta-feira (14), Datena classificou como “fake news” sua saída da emissora e afirmou que até o momento “não há nada certo”.
“Quero dizer que é mentira que vou sair da Bandeirantes para concorrer a eleição. Mesmo porque, se eu tiver que deixar a TV para concorrer, só em último caso mesmo, em cargo executivo. Eu deixaria a TV perto das eleições, como qualquer trabalhador brasileiro em prazo regulamentar”, destacou.
Pela lei eleitoral, o jornalista precisaria deixar o cargo ocupado na Rede Bandeirante 90 dias após ser anunciado como pré-candidato, o que ainda não ocorreu de forma oficial.
“Vou continuar descendo o cacete no Senado, na tribuna ou na TV. Agora, se for cargo executivo, governador ou presidente – que é o que estou pleiteando agora, depende do partido. Preparem-se aí que vou atropelar vagabundo, bandido, ladrão […]”, finalizou o apresentador.
Datena deu a entender na edição da última quarta-feira (13) que estaria abandonando o comando do Brasil Urgente, programa no qual é apresentador na Bandeirantes, para se dedicar à carreira política. Na ocasião, o jornalista chegou a afirmar que sua história com a política é antiga, mas não teria sido iniciada anteriormente por “uma certa insegurança”.
Candidatura à presidência
Datena filiou-se nos últimos meses ao PSL, partido pelo qual Jair Bolsonaro, atualmente sem partido, venceu as eleições presidenciais em 2018.
A legenda, contudo, está passando por um momento de reformulação e espera a autorização da Justiça Eleitoral para oficializar a fusão com o DEM.
O União Pelo Brasil, partido que emergirá dessa aliança, tem como pré-candidato à presidência da República o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM) e o presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM).
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