Delegado pedirá prisão de quatro que atacaram PMs na Rocinha

O delegado Gabriel Ferrando, titular da Delegacia da Rocinha, vai pedir a prisão de quatro homens acusados de atacarem um carro da Polícia Militar e agredir PMs que patrulhavam a favela, na zona sul do Rio. Em imagens das câmeras de segurança da Unidade de Polícia Pacificadora, os quatro aparecem intimidando os policiais e destruindo o carro,…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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Favela da Rocinha na zona sul do Rio de Janeiro

Reprodução/Google Earth

O delegado Gabriel Ferrando, titular da Delegacia da Rocinha, vai pedir a prisão de quatro homens acusados de atacarem um carro da Polícia Militar e agredir PMs que patrulhavam a favela, na zona sul do Rio.

Em imagens das câmeras de segurança da Unidade de Polícia Pacificadora, os quatro aparecem intimidando os policiais e destruindo o carro, com golpes de pá de pedreiro e tijolos lançados sobre a lataria do veículo.

O episódio ocorreu em 25 de dezembro, mas só foi divulgado ontem pelo Jornal Nacional, da Rede Globo, que exibiu as imagens.

Os PMs tiveram o carro cercado por um grupo, depois de apreenderem uma mochila.

O grupo se posiciona em volta do veículo e alguns homens jogam tijolos. Os policiais saem do carro e são cercados. Um dos PMs é agredido, tenta prender o homem, mas é impedido por outro.

Foram identificados Alex Monteiro, Clayton Vieira Alves, Jony Moreira de Lima e Leandro Alves Coelho. Para Ferrando, a intimidação dos PMs é uma tática para “desestabilizar” a atuação dos policiais lotados em UPPs. A comandante da UPP da Rocinha, Priscila de Oliveira, disse que nenhuma ação vai alterar o planejamento do trabalho na favela. Nesta terça-feira, 11, a polícia apresentou o homem acusado de comandar ataque à UPP da Rocinha em 16 de fevereiro – na ocasião, a major Priscila ficou ferida. Paulo Roberto Santos, 44, conhecido como “Bradock”, foi indiciado por tentativa de homicídio e tráfico de drogas.

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