Em SP, Polícia Ambiental fecha fábrica clandestina de palmito no Vale do Ribeira
Uma operação da Polícia Ambiental fechou, nesta quarta-feira, 20, uma fábrica clandestina de palmito que funcionava na zona rural de Juquiá, no Vale do Ribeira, região sul do Estado de São Paulo. A fabricação ocorria em um imóvel comercial, no Bairro do Dique. No local, os policiais encontraram cerca de 450 toras de palmeira juçara, da qual se…

Uma operação da Polícia Ambiental fechou, nesta quarta-feira, 20, uma fábrica clandestina de palmito que funcionava na zona rural de Juquiá, no Vale do Ribeira, região sul do Estado de São Paulo. A fabricação ocorria em um imóvel comercial, no Bairro do Dique. No local, os policiais encontraram cerca de 450 toras de palmeira juçara, da qual se extrai o palmito.
Planta típica da Mata Atlântica, a juçara está ameaçada de extinção na natureza e seu corte é proibido. Para retirar o palmito, é preciso cortar a palmeira, que não rebrota.
A polícia suspeita que a derrubada das árvores acontecia no interior de um parque estadual existente na região. Os policiais apreenderam também equipamentos usados no cozimento e preparo do palmito, seis botijões de gás, cerca de 400 embalagens de vidro e máquina usada no corte do produto.
O dono do imóvel, que não se encontrava no local, foi multado – o valor da multa não foi divulgado – e vai responder por crime ambiental. A polícia acredita que o palmito clandestino fosse comercializado em restaurantes localizados na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116) e na região metropolitana de São Paulo.
Somente neste ano, a Polícia Ambiental já apreendeu 8,6 mil quilos de palmito juçara no Estado, quantidade equivalente ao corte de ao menos 15 mil palmeiras.
Posts Relacionados

STF tem 4 a 3 para manter análise separada de procedimentos envolvendo Moraes e Mendonça

O que acontece se o julgamento sobre Moraes terminar empatado no STF?

Fatec abre inscrições com mais de 21 mil vagas para o primeiro semestre de 2027
