Especialistas alertam para a ligação entre energéticos e transtornos psíquicos

Aumento significativo na produção e consumo

Escrito por: Da redação1 min de leitura
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A crescente produção e consumo de bebidas energéticas no Brasil têm gerado preocupações entre especialistas. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas não Alcoólicas, entre 2010 e 2020, a produção de energéticos aumentou de 63 milhões para 151 milhões de litros por ano, com o consumo médio passando de 300 ml para 710 ml.

Destaca-se os perigos do consumo excessivo de energéticos, especialmente entre os jovens que buscam aumentar a produtividade em momentos de estresse. A cafeína, presente em altas concentrações nesses produtos, pode contribuir para problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão.

Na União Europeia, a rotulagem de bebidas energéticas com alto teor de cafeína é obrigatória, com alertas sobre os riscos do consumo, particularmente para crianças e mulheres grávidas. A Anvisa recomenda que adultos não consumam mais do que 400 mg de cafeína por dia, ressaltando a importância de estar atento aos efeitos negativos do uso excessivo de energéticos.

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