Justiça volta a negar liberdade para padrasto suspeito de matar menino de 3 anos
A Justiça negou mais uma pedido de liberdade para Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, morto em 2013. Longo é o principal suspeito pela morte da criança e está preso desde o início deste ano. A decisão é da 2.ª Vara de Execuções Criminais. Este foi o sétimo pedido de libertação de Longo a ser negado. O menino…

A Justiça negou mais uma pedido de liberdade para Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, morto em 2013. Longo é o principal suspeito pela morte da criança e está preso desde o início deste ano. A decisão é da 2.ª Vara de Execuções Criminais. Este foi o sétimo pedido de libertação de Longo a ser negado.
O menino Joaquim morreu em novembro de 2013 na cidade de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Seu corpo foi localizado boiando no Rio Pardo. O padrasto está preso na Penitenciária de Tremembé (SP) por suspeita de ter aplicado uma dose excessiva de insulina no menino, que era diabético. Ele teria jogado o corpo no rio.
A mãe de Joaquim, a psicóloga Natália Ponte, também é ré e chegou a ficar presa, mas responde em liberdade. Os dois negam qualquer participação no crime. O advogado de Longo, Carlos de Oliveira, informou que vai recorrer da decisão neste segunda-feira, 22, ao Tribunal de Justiça de São Paulo.
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