
Cristãos querem igrejas abertas, se dividem sobre máscara e abandonam ‘feijão mágico’
RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) – Preto Zezé presenciou “um negócio meio louco demais”, isso lá pelo meio da pandemia, “no olho do furacão”: um bate-boca entre evangélicos sobre o uso da máscara para conter um vírus em escalada letal no Brasil. Presidente da Cufa (Central Única das Favelas) Global, ele entregava cestas básicas numa favela de…