
Mulheres haitianas engrossam fila em entidade que ajuda imigrantes
Quando Muta Zhephirin, de 31 anos, chegou a São Paulo, ela tinha fome. De Rio Branco, no Acre, até a Estação Barra Funda, na capital, foram quatro dias sem comer direito. Na viagem, parava apenas uma vez por dia. Fez a primeira refeição na segunda à noite, quando recebeu um marmitex. Durante a entrevista, segurava um limão. “Foi cansativo…