Presidente da Nenê destaca tradição da escola
A Nenê de Vila Matilde fez um desfile de muitas luzes, papel picado e tradição. No final da apresentação, o presidente da escola, Rinaldo José Andrade, o Mantega, exaltou a união da comunidade no carnaval deste ano, quando a Nenê contou histórias de amores proibidos. “A Nenê é uma escola de tradição, uma escola família. Temos filhos, netos e…


Desfile da escola de samba Nenê de Vila Matilde, 2º dia de Carnaval em São Paulo
Luis Moura/Estadão Conteúdo
A Nenê de Vila Matilde fez um desfile de muitas luzes, papel picado e tradição. No final da apresentação, o presidente da escola, Rinaldo José Andrade, o Mantega, exaltou a união da comunidade no carnaval deste ano, quando a Nenê contou histórias de amores proibidos. “A Nenê é uma escola de tradição, uma escola família. Temos filhos, netos e bisnetos desfilando”, disse.
O mestre-sala mirim da escola, Arthur Santos, de 13 anos, se encaixa no perfil que Mantega citou. Aos 8 anos de idade, ele começou a seguir os passos do pai, Clayton, que foi mestre-sala durante 27 anos nas escolas do ABC paulista. O menino fez sua estreia neste ano na Nenê de Vila Matilde, mas já desfilou na Camisa Verde e Branco por quatro carnavais.
O nervosismo já não existe mais. “Ensaio muito para fazer bonito, estou acostumado”, disse. E desde logo cedo Arthur cultiva certas superstições.
Ao final do desfile ele e sua parceira, a porta-bandeira mirim Estefani Olakamie, cruzaram a linha de chegada com o pé direito. O mesmo aconteceu para começar o desfile. “É para atrair coisa boa”, afirmou. E neste ano ele espera que a superstição o leve a comemorar o primeiro título de carnaval. “Acho que esse desfile vai resultar em título”, disse.
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