Suspeito morre durante operação policial em prédios do Minha Casa
Uma suspeito morreu durante operação da Polícia Civil, na manhã desta terça-feira, 29, em um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida, em Barros Filho, na zona norte do Rio de Janeiro. Ao todo, os agentes da 40ª Delegacia de Polícia (Honório Gurgel) e da 39ª (Pavuna) deveriam cumprir 60 mandados de busca e apreensão em…

Uma suspeito morreu durante operação da Polícia Civil, na manhã desta terça-feira, 29, em um conjunto habitacional do programa Minha Casa Minha Vida, em Barros Filho, na zona norte do Rio de Janeiro. Ao todo, os agentes da 40ª Delegacia de Polícia (Honório Gurgel) e da 39ª (Pavuna) deveriam cumprir 60 mandados de busca e apreensão em apartamentos do Residencial Haroldo de Andrade. O objetivo da operação é retomar o controle das unidades e devolvê-las para a Caixa Econômica Federal.
Quando a polícia chegou ao local, houve troca de tiros e um homem foi atingido. De acordo com a corporação, o suspeito estava com uma pistola e tentou reagir à abordagem. Ele foi levado para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na zona norte, mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade.
Segundo inquérito da 40ª DP, os apartamentos do condomínio são controlados por traficantes do Morro da Pedreira, dominado pela facção Amigos dos Amigos (ADA). Até agosto, o morro era chefiado pelo traficante Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, morto durante operação da Polícia Federal. Os criminosos expulsaram moradores contemplados pelo programa habitacional e colocaram moradores da Pedreira nos apartamentos.
Segundo a investigação policial, as famílias sorteadas se mudaram para o Residencial Haroldo de Andrade em janeiro do ano passado, mas em junho começaram a ser expulsas pelo tráfico. Ao todo, 350 policiais civis participaram da ação.
Ainda não foi divulgado o número final de presos.
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