Tarifa de contingência não é multa, diz diretor da Sabesp
O diretor econômico-financeiro e de Relações com Investidores da Sabesp, Rui Affonso, frisou nesta sexta-feira que a tarifa de contingência que será adotada a partir de 1º de janeiro não é uma multa, segundo a lei. “É fácil falar que é multa, é bonito. Li que a Sabesp evita falar a palavra multa. A gente simplesmente se refere à lei. Quem…

O diretor econômico-financeiro e de Relações com Investidores da Sabesp, Rui Affonso, frisou nesta sexta-feira que a tarifa de contingência que será adotada a partir de 1º de janeiro não é uma multa, segundo a lei. “É fácil falar que é multa, é bonito. Li que a Sabesp evita falar a palavra multa. A gente simplesmente se refere à lei. Quem aplica multa é o poder público, nós somos uma concessionária”, frisou.
Affonso justificou a tarifa de contingência com a necessidade de evitar uma ponta de consumidores que ainda está gastando água acima da média, o que pode se agravar com a chegada do verão. Ele afirmou ainda que a Agência Reguladora de Saneamento e Energia (Arsesp) cumpriu as exigências da lei e vai realizar uma audiência pública sobre o assunto em 29 de dezembro.
“Cumprindo esses ritos formais, estão dadas as condições para aplicar a tarifa. A lei também fala em razoabilidade”, destacou o executivo, argumentando que as tarifas adicionais não são altas e correspondem à “gravidade do momento atual”.
Segundo Affonso, a revisão tarifária de 6,5% autorizada recentemente pela Arsesp vai “entrar ao longo do tempo, a partir do final deste mês”. O executivo disse ainda que não pode prever se haverá novo reajuste em abril de 2015 – quando a Arsesp autoriza uma nova revisão com base no IPCA.
Posts Relacionados

Etecs divulgam resultado dos pedidos de redução da taxa de inscrição do Vestibulinho 2027

Nova regra da Anac já está valendo: passageiros podem levar multa de até R$ 17,5 mil

STF tem 4 a 3 para manter análise separada de procedimentos envolvendo Moraes e Mendonça
