Vale diz que processamento a seco do minério chegou a 60% em 2018
A Vale ressaltou, no Relatório da Administração, que desde o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), decidiu tornar inativas e descomissionar as barragens a montante, cuja implementação será acelerada conforme fato relevante divulgado em 29 de janeiro deste ano. “Com o aumento contínuo da parcela de processamento a seco, de 45% em…

A Vale ressaltou, no Relatório da Administração, que desde o rompimento da barragem da Samarco, em Mariana (MG), decidiu tornar inativas e descomissionar as barragens a montante, cuja implementação será acelerada conforme fato relevante divulgado em 29 de janeiro deste ano. “Com o aumento contínuo da parcela de processamento a seco, de 45% em 2014 para 60% em 2018 e 70% em 2023, tendem a ser reduzidos concomitantemente os investimentos em novas barragens e alteamentos”, informa o relatório.
Além disso, reforça a empresa, para tratar rejeitos de processamento a úmido, a Vale informa que planeja investir, a partir de 2020, aproximadamente R$ 1,5 bilhão (cerca de US$ 390 milhões) na implementação de tecnologia de disposição de rejeito a seco (dry stacking) com projetos piloto para avaliação da utilização da tecnologia em escala industrial.
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