Violência diminui, mas Salvador tem primeira morte

Novidade da Prefeitura neste ano, o “fechamento” dos circuitos do carnaval, que agora podem ser acessados apenas por “pórticos” sinalizados – onde são feitas vistorias de equipamentos e revistas em vendedores ambulantes e foliões – começam a apresentar resultados na área da segurança pública. De acordo com dados parciais relativos ao primeiro…

Escrito por: Conteúdo Estadão1 min de leitura
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Novidade da Prefeitura neste ano, o “fechamento” dos circuitos do carnaval, que agora podem ser acessados apenas por “pórticos” sinalizados – onde são feitas vistorias de equipamentos e revistas em vendedores ambulantes e foliões – começam a apresentar resultados na área da segurança pública.

De acordo com dados parciais relativos ao primeiro dia de desfiles de trios (quinta-feira), o número atendimentos médicos causados por agressão, o delito mais frequente na folia de Salvador, por exemplo, caiu de 123 casos, no ano passado, para 58, este ano.

Carnaval de Salvador tem 200 câmeras e equipamento de monitoramento (Divulgação/Agecom/ Valter Pontes)

Carnaval de Salvador tem 200 câmeras de monitoramento

Divulgação/Agecom Salvador/Valter Pontes

Apesar do clima de aparente tranquilidade, foi registrado, na madrugada de hoje, o primeiro homicídio ocorrido nos circuitos da cidade. A vítima, identificada como Wellington de Jesus Santos, de 27 anos, foi morta a tiros nas proximidades da sede da Associação Cultural Casa D’Itália, nas imediações do início do Circuito Osmar (Campo Grande). Ainda não há suspeitos para o crime.

Em 2013, foram registrados três assassinatos no carnaval da cidade. Uma das vítimas morreu durante a festa e outras duas, vítimas de agressões durante a folia, não se recuperaram dos ferimentos e morreram nas semanas seguintes.

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