Casa da Xilogravura comemora 30 anos com atrações especiais

Maior acervo de xilogravuras do Brasil fica na região

Escrito por: Gabi Riemma2 min de leitura
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Leda Costella imprimindo xilogravura

Divulgação

No mês de julho, a Casa da Xilogravura de Campos do Jordão completa 30 anos.

Fundado pelo professor Antonio Fernando Costella, o museu teve início na sala de uma residência, e hoje, se é o maior acervo em todo o Brasil deste tipo de arte, caracterizada pela impressão de desenhos utilizando como matriz um carimbo de madeira.

O museu que começou do acervo pessoal, hoje ocupa a casa inteira. São 30 salas que contam a história da xilogravura brasileira com exposição de obras originais de mais de 1.000 artistas brasileiros e internacionais, além de objetos, como cartazes, folhetos, matrizes, instrumentos, máquinas e amostras de madeira.

Antonio Costella se dedica inteiramente a Casa da Xilogravura, que é mantida de maneira independente por ele e sua esposa Leda. “Fui professor a minha vida inteira, com o museu, é apenas um jeito diferente de explicar as coisas às pessoas, um método mais visual e menos verbal”, conta.

A última aquisição do museu foi a obra “Manequim Querubim” de Francisco Maringelli, mas no acervo, são encontradas obras de artistas como Lívio Abramo, Oswaldo Goeldi, Lasar Segall e Tarsila do Amaral.

Como parte das comemorações dos 30 anos, a Casa da Xilogravura promove um concurso nacional de xilogravuras, onde todas as obras enviadas até 30 de junho integrarão o acervo e ainda concorrerão a um prêmio de R$ 1.000.

Serviço

Museu Casa da Xilogravura

Aberto de quinta a segunda, das 9h às 12h e das 14h às 17h. (fechado às terças e quartas)

Entrada R$ 8 (Idosos, professores e estudantes com carteirinha pagam meia entrada)

Av. Eduardo Moreira da Cruz, 295, Jaguaribe, Campos do Jordão.

Telefone (12) 3662-1832

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