“Casa nova” – Holger no Estúdio Showlivre 2014

O grupo Holger apresentou seu novo disco homônimo no Estúdio Showlivre, ao vivo, dia 25 de novembro de 2014. #Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/showlivre #Siga-nos no Twitter: https://twitter.com/showlivre #Veja e curta as nossas fotos no Instagram: http://instagram.com/showlivre #E tem muito + do Holger no showlivre.com: http://bit.ly/1HEUd8L +Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/ Perfil: Desde 2008, o Holger vem lançando regularmente, a cada dois anos, um novo álbum. Segundo os próprios integrantes, eles são trabalhados como retratos do que vivem e viveram em determinado momento e lugar. Em 2014, agora como quarteto, a banda volta a lançar um disco e, novamente, busca maneiras de se reinventar, ou de se re-fotofgrafar, sabendo mais do que nunca que apesar das diversas mudanças que a vida percorre, a essência segue sempre a mesma. O quarteto paulistano, que surgiu seguindo a cartilha do indie clássico de bandas como Pavement e Flaming Lips, para depois absorver influências do axé baiano, do pop nacional dos anos 80, da música eletrônica e de sons da América Latina e da África, agora busca o meio termo entre suas origens e o caminho percorrido até o novo disco. O novo Holger quer travar um diálogo despretensioso entre a tropicalidade adquirida em seus anos de estrada e as guitarras barulhentas das bandas que os inspiraram no início da carreira. Fechando o conceito, o álbum leva o nome da banda, justamente por definir a essência do que é o Holger de hoje. O selo escolhido, Balaclava Records, que vem lançando alguns dos nomes mais interessantes do atual cenário indie brasileiro, fecha com este ideário de volta às origens. O produtor foi o americano Alex Pasternak, da banda Lemonade, que já havia trabalhado com o Holger no disco anterior Ilhabela. Também trouxeram ao Brasil o americano Michael Cheever (Le Chev) para co-produzir o álbum. Le Chev já trabalhou com artistas como Ficherspooner e Frankie Rose. Eduardo Camargo, amigo de infância da banda, também assina a co-produção e arranjos do disco. A gravação foi feita durante todo mês de janeiro deste ano por Gui Jesus, em seu estúdio Canoa.

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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https://www.youtube.com/watch?v=zVMazO2ppBM

O grupo Holger apresentou seu novo disco homônimo no Estúdio Showlivre, ao vivo, dia 25 de novembro de 2014.

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#E tem muito + do Holger no showlivre.com: http://bit.ly/1HEUd8L
+Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/

Perfil:
Desde 2008, o Holger vem lançando regularmente, a cada dois anos, um novo álbum. Segundo os próprios integrantes, eles são trabalhados como retratos do que vivem e viveram em determinado momento e lugar. Em 2014, agora como quarteto, a banda volta a lançar um disco e, novamente, busca maneiras de se reinventar, ou de se re-fotofgrafar, sabendo mais do que nunca que apesar das diversas mudanças que a vida percorre, a essência segue sempre a mesma.

O quarteto paulistano, que surgiu seguindo a cartilha do indie clássico de bandas como Pavement e Flaming Lips, para depois absorver influências do axé baiano, do pop nacional dos anos 80, da música eletrônica e de sons da América Latina e da África, agora busca o meio termo entre suas origens e o caminho percorrido até o novo disco. O novo Holger quer travar um diálogo despretensioso entre a tropicalidade adquirida em seus anos de estrada e as guitarras barulhentas das bandas que os inspiraram no início da carreira.

Fechando o conceito, o álbum leva o nome da banda, justamente por definir a essência do que é o Holger de hoje. O selo escolhido, Balaclava Records, que vem lançando alguns dos nomes mais interessantes do atual cenário indie brasileiro, fecha com este ideário de volta às origens.

O produtor foi o americano Alex Pasternak, da banda Lemonade, que já havia trabalhado com o Holger no disco anterior Ilhabela. Também trouxeram ao Brasil o americano Michael Cheever (Le Chev) para co-produzir o álbum. Le Chev já trabalhou com artistas como Ficherspooner e Frankie Rose. Eduardo Camargo, amigo de infância da banda, também assina a co-produção e arranjos do disco. A gravação foi feita durante todo mês de janeiro deste ano por Gui Jesus, em seu estúdio Canoa.

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