Cidades promovem carona solidária para ajudar Hemonúcleo de Taubaté
O projeto de um funcionário do Hospital das Clínicas de São Sebastião está ajudando e muito o Hemonúcleo de Taubaté, que atende com o banco de sangue, 31 cidades da RMVale. Todo mês Hamilton Alonso e outros voluntários sobem a serra para doar sangue.


Moradora de São Sebastião adere ao carona solidária para doar sangue
Divulgação
O projeto de um funcionário do HC (Hospital das Clínicas) de São Sebastião está ajudando e muito o Hemonúcleo de Taubaté, que atende com o banco de sangue, 31 cidades da RMVale. Todo mês Hamilton Alonso e outros voluntários sobem a serra para doar sangue. A iniciativa se espalhou e outras cidades começam a ajudar.
Alonso mobilizou outros funcionários e médicos do HC para participar. A equipe convida a população com ajuda de entidades e igrejas. Quem aceita ser doador de sangue, passa por uma avaliação e caso seja aprovado, faz a viagem de van para Taubaté.
“A gente viu que o Hemonúcleo precisava mas não conseguíamos repor o estoque que usamos. Então tive essa ideia. Pedimos ajuda para a Secretaria de Saúde que nos ajudou prontamente com a van. Esse mês cresceu tanto o número de participantes que tivemos que conseguir um microônibus”, detalha Alonso.
Além de levar os doadores, o Carona Solidária oferece o lanche, apoio psicológico e um serviço de telemarketing que lembra aos voluntários que já é tempo de doar novamente. “De três em três meses para as mulheres e de dois em dois para os homens, a pessoa pode doar novamente. Então a gente liga para os doadores cadastrados e faz o convite. Muitos voltam”, conclui.
Reforço
Assim como São Sebastião, outras cidades tem se mobilizado e levado doadores até Taubaté. “O Carona Solidária se espalhou. Temos previsão de virem pessoas de Pindamonhangaba e já recebemos doadores de Minas Gerais, Lorena, São José dos Campos e Ubatuba. É uma ajuda indispensável”, conta a assistente social do Hemonúcleo, Sônia Maria de Andrade.
A coordenadora das campanhas de doação da instituição explica que mesmo com toda a ajuda destas cidades, o banco sofre quedas no final do ano, período em que mais precisa. “Mandamos sangue para 31 cidades, com 10 hospitais. Então precisamos de reposição. Só que em novembro e dezembro poucas pessoas doam. Sem ajuda podemos entrar num estado crítico”, afirma Sônia.
Quem quiser ser doador e ajudar o Hemonúcleo de Taubaté, deve ter mais de 18 anos, estar com a saúde em dia e não fazer uso de remédios controlados. É recomendado ter mais de 50 quilos. Jovens com 16 e 17 anos também podem ser doadores desde que acompanhado dos pais.
Outras informações podem ser obtidas na página do Hemonúcleo no Facebook ou pelo telefone (12) 3622-5410.
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