Conheça o perfil das candidatas do Centro Oeste ao prêmio de Miss Brasil 2017
Na véspera da grande final do Miss Brasil 2017, o MEON desembarca no Centro-Oeste trazendo as moças que competirão pelo título de mulher mais bela do país. Fazendo divisa com o Noroeste de São Paulo está o Mato Grosso do Sul, e é da cidade de Aquidauana que vem a representante do Estado, Isabela Cavalcante, […]









Na véspera da grande final do Miss Brasil 2017, o MEON desembarca no Centro-Oeste trazendo as moças que competirão pelo título de mulher mais bela do país.
Fazendo divisa com o Noroeste de São Paulo está o Mato Grosso do Sul, e é da cidade de Aquidauana que vem a representante do Estado, Isabela Cavalcante, de 22 anos. Estudante de Jornalismo, a jovem conta que pegou gosto pela escrita através do pai que, mesmo militar, era um excelente professor de português. Isabela também é bastante comunicativa e, além da área jornalística, também já fez Teatro.
A miss conta que foi descoberta pelos organizadores do concurso estadual. Até então a jovem não acreditava em concursos de beleza, mesmo já tendo modelado anteriormente. Para ela, a vitória na etapa foi um ponto importante para garantir confiança: “eu não imaginava vencer. Ainda bem que no final eu confiei no trabalho da equipe organizadora do Miss MS e Miss Brasil, além do meu coordenador estadual, Warner Willon, que é muito profissional. Foi feita a vontade de Deus e a deles em relação à minha vitória, e eu sou muito grata. Só posso retribuir fazendo um belo trabalho por meu Estado.”
Para representar o Mato Grosso, temos a jovem Aline Fontes, de apenas 20 anos, mas com porte e beleza de uma verdadeira rainha. A miss é nascida e criada na cidade de Cáceres, que fica em meio ao pantanal, e conta que quando criança gostava de tomar banho de rio num cenário cercado de belas paisagens naturais.
Amante dos esportes, Aline já praticou vôlei, handebol, tênis e natação. Hoje em dia se dedica à corrida, dança e treinamento funcional. Junto com a família cuida de mais de 100 crianças em um programa esportivo filantrópico, que valoriza o esporte e a educação. Além disso, como estudante de Direito, ensina direito constitucional para as pessoas que não tem acesso à informação: “considero fundamental o cidadão conhecer seus direitos e deveres, para que haja uma sociedade mais justa, sem exploração.” Também é envolvida numa ação para ajudar a Casa da Mãe Joana, instituição de apoio a pessoas enfermas e carentes.
Chegando na terra mais sertaneja do Brasil, Jeovanca Nascimento tem a responsabilidade de representar Goiás no Miss Brasil, Estado com grande torcida e admiração pelo concurso, segundo a jovem.
Simpática, Jeovanca conta que não sabe tocar um instrumento musical e que a dança também não é seu forte, mas o que faz desde criança, e faz muito bem, é modelar. Iniciou na profissão aos seis anos. Aos 13, foi vencedora da etapa nacional do concurso Elite Model Look, o maior concurso internacional de modelos, realizado desde 1983 pela agência Elite Model Management, de Nova York. A jovem competiu contra 1700 candidatas no seu Estado e venceu. Depois, competiu com as representantes de outros Estados, e venceu novamente, ganhando assim um contrato com a agência de modelos.
Com 16 anos, fazia sua primeira viagem internacional como modelo para a Tailândia, e hoje compete para adicionar mais um título ao currículo: “estou focada em todos os pontos necessários, corpo, passarela, oratória, dieta, faço muito exercício físico, porque eu amo! E sobre minha confiança, está sempre em alta, tenho muita fé e tenho certeza que a vontade de Deus será feita.”
E, por fim, representando o Distrito Federal, a bela Stéphane Dias, com 20 anos de idade e 1,82 de altura, uma das moças mais altas do concurso.
A jovem é estudante de Direito e muito ciente dos deveres e responsabilidades de uma miss. Para Stéphane, mesmo com a batalha do dia-a-dia e a rotina cansativa que divide entre trabalho e estudos, a verdadeira miss é aquela que sabe se comportar em qualquer situação, é forte independentemente de qualquer percalço.
A jovem faz parte de grupos que são envolvidos com instituições responsáveis por pessoas carentes e até já colaborou com pessoas que estão em processo de cura de dependência química, mas para Stéphane a verdadeira ajuda vem de pequenos atos: “acredito que os projetos sociais são bem importantes, mas mudar algumas atitudes como doar aquela roupa que não se usa, e ajudar de qualquer forma, como dividir a comida montando uma marmitinha e dar alguém que precise. Eu acredito que o que tenho as vezes pode ser pouco, mas pode ser tudo que alguém precisa hoje.”
Essas são as mulheres responsáveis por levar a beleza do Centro-Oeste brasileiro até Ilhabela. A próxima viagem da excursão do portal MEON é para conhecer o multiculturalismo, as cores e belezas do Nordeste.
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