“Corpo achado, bala perdida” – Republique du Salem no Showlivre (2014)

“Corpo achado, bala perdida” em versão exclusiva e acústica, ao vivo no Estúdio Showlivre! A Republique du Salem apresentou, ao vivo, um set acústico no Showlivre no dia 20 de fevereiro de 2014. #Confira a playlist com os clipes em HD da session do Republique du Salem no Estúdio Showlivre: http://bit.ly/1e1KiZE #Curta a nossa página no Facebook: https://www.facebook.com/showlivre #Siga-nos no Twitter: https://twitter.com/showlivre #Veja e curta as nossas fotos no Instagram: http://instagram.com/showlivre #E tem muito + do Republique du Salem no showlivre.com: http://bit.ly/1icq9aF +Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/ Perfil: A Republique du Salem foi formada no início de 2010 com a proposta de trabalhar composições próprias com temática urbana e poética, utilizando o rock como ferramenta principal para conscientização e atitude. O som da banda é um amálgama de elementos diversos – rock clássico revisitado sob um olhar moderno, com nuances de southern e folk. Entre as principais influências, pode-se citar Led Zeppelin, Black Crowes, Allman Brothers, e seus contemporâneos Wilco e Rival Sons. No Brasil, Titãs e Mutantes. A banda teve início a partir de uma parceria entre o cantor Davi Stracci e o multi-instrumentista Guido Lopes. Ambos se conheceram tocando em um projeto de um amigo em comum, e logo perceberam uma identificação musical, que levou ao início do projeto. Em abril de 2011 começaram a trabalhar composições próprias, recrutando para as primeiras sessões os amigos Nae Silva (bateria) e Roney (baixo). No início de 2012, a Republique solidificou sua formação com a entrada de Marcio Albano (baixo) e do baterista Raul Lino, que passam a integrar a banda. Em fevereiro de 2013, a Republique finalizou a gravação de seu disco de estreia. Intitulado O Fim da linha não é o bastante, o álbum foi produzido por Brendan Duffey e Adriano Daga, no Norcal Studios, e aponta para a releitura das sonoridades clássicas dos anos 70, aliada à energia e senso de urgência do rock moderno.

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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https://www.youtube.com/watch?v=-HX12lakdDE

“Corpo achado, bala perdida” em versão exclusiva e acústica, ao vivo no Estúdio Showlivre!
A Republique du Salem apresentou, ao vivo, um set acústico no Showlivre no dia 20 de fevereiro de 2014.

#Confira a playlist com os clipes em HD da session do Republique du Salem no Estúdio Showlivre: http://bit.ly/1e1KiZE

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#E tem muito + do Republique du Salem no showlivre.com: http://bit.ly/1icq9aF
+Showlivre, movido à música: http://showlivre.com/

Perfil:
A Republique du Salem foi formada no início de 2010 com a proposta de trabalhar composições próprias com temática urbana e poética, utilizando o rock como ferramenta principal para conscientização e atitude. O som da banda é um amálgama de elementos diversos – rock clássico revisitado sob um olhar moderno, com nuances de southern e folk. Entre as principais influências, pode-se citar Led Zeppelin, Black Crowes, Allman Brothers, e seus contemporâneos Wilco e Rival Sons. No Brasil, Titãs e Mutantes.

A banda teve início a partir de uma parceria entre o cantor Davi Stracci e o multi-instrumentista Guido Lopes. Ambos se conheceram tocando em um projeto de um amigo em comum, e logo perceberam uma identificação musical, que levou ao início do projeto. Em abril de 2011 começaram a trabalhar composições próprias, recrutando para as primeiras sessões os amigos Nae Silva (bateria) e Roney (baixo). No início de 2012, a Republique solidificou sua formação com a entrada de Marcio Albano (baixo) e do baterista Raul Lino, que passam a integrar a banda.

Em fevereiro de 2013, a Republique finalizou a gravação de seu disco de estreia. Intitulado O Fim da linha não é o bastante, o álbum foi produzido por Brendan Duffey e Adriano Daga, no Norcal Studios, e aponta para a releitura das sonoridades clássicas dos anos 70, aliada à energia e senso de urgência do rock moderno.

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