Correção: Eurico diz que indiciamento de Teixeira e J. Hawilla ‘não é novidade’
A nota enviada na noite de segunda-feira continha erros no título. Segue a versão corrigida: O presidente do Vasco, Eurico Miranda, disse nesta segunda-feira que “não é novidade” para ele o indiciamento de Ricardo Teixeira pela Polícia Federal, nem de J. Hawilla, dono do Grupo Traffic, pela Justiça norte-americana. Eurico lembrou que apontou…

A nota enviada na noite de segunda-feira continha erros no título. Segue a versão corrigida:
O presidente do Vasco, Eurico Miranda, disse nesta segunda-feira que “não é novidade” para ele o indiciamento de Ricardo Teixeira pela Polícia Federal, nem de J. Hawilla, dono do Grupo Traffic, pela Justiça norte-americana. Eurico lembrou que apontou para irregularidades em contratos que envolviam a empresa e a CBF, então presidida por Teixeira, há quase duas décadas.
“Sobre o que está acontecendo, pra mim, não é novidade. Em 1998, 1999, eu denunciei isso”, afirmou o presidente vascaíno, que declarou ainda que poderá dar seu depoimento sem problemas caso seja convocado pela CPI que investigará o futebol brasileiro. “Se me chamarem? Eu vou lá e confirmo tudo. Em qualquer lugar. Eu posso dizer que me enganei, mas é difícil.”
O presidente do Vasco não considerou muito alta a multa a ser paga por Hawilla à Justiça norte-americana, de quase meio bilhão de reais. “É muito pouco. Falta muito.”
Eurico revelou ainda que o presidente da CBF, Marco Polo Del Nero, ofereceu assistência ao ex-presidente da entidade José Maria Marin, preso na Suíça por suspeita de envolvimento com propinas. “Ele falou que ofereceu dar assistência jurídica ao José Maria Marin, mas que a família, o advogado (que o defende na Suíça), decidiu seguir”, afirmou o dirigente do Vasco, logo após participar de reunião de mais de quatro horas com cartolas dos clubes da Série A na sede da CBF.
Eurico também comentou sobre a retirada do nome de Marin da fachada do prédio da CBF. “É difícil eu falar sobre isso pelo seguinte: eu não sei por que o nome dele foi colocado lá. Fruto de quê?”, disse. “Lá no Vasco, no estatuto, tem uma coisa que é a sabedoria dos mais antigos: homenagem, só a morto.”
Questionado sobre se isso não seria um contrassenso, uma vez que partiu dele, Eurico, a ideia de instalar uma estátua de Romário atrás de um dos gols de São Januário, o presidente do Vasco afirmou que “ninguém entendeu a homenagem”.
“Eu não homenageei o Romário. Eu homenageei o milésimo gol. Vocês até agora não entenderam. (Eu coloquei a estátua) porque você vai lá e vai ver que foi naquele gol que o Romário fez o milésimo. Não é o Romário. As pessoas não entenderam isso.”
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