Dengue preocupa e Taubaté quer vistoria em aquecedores

Os frequentes casos de dengue em Taubaté têm preocupado os moradores do CDHU Santa Terezinha. Os aquecedores solares se tornaram os grandes vilões e são indicados como criadores do mosquito da dengue no bairro.

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Os frequentes casos de dengue em Taubaté têm preocupado os moradores do CDHU Santa Terezinha. Os aquecedores solares se tornaram os grandes vilões e são indicados como criadouros do mosquito da dengue no bairro.

“Algo precisa ser feito com urgência, pois estou preocupada com os casos de dengue na nossa cidade. Com a água parada, nós estamos correndo risco com a proliferação”, afirma a dona-de-casa Gorete Silva, de 47 anos.

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Aquecedores solares vão ser fiscalizados em Taubaté

Divulgação

Em um pedido à Câmara de Taubaté, os moradores solicitam que a prefeitura realize, de forma imediata, vistoria nos equipamentos que estiveram com as tampas soltas, depois das fortes chuvas de março.

“Fui procurado pelos moradores do Santa Terezinha que estão reclamando da tampa dos equipamentos que se soltou dos aquecedores solares, pois não é rosqueada e não tem a fixação correta. Em 70% das casas as tampas estão soltas e se tornam focos da dengue”, comenta o vereador Nunes Coelho (PRB).

Diante da situação, os vereadores aprovaram requerimento por unanimidade pedindo fiscalização nas residências, para sanar os problemas apresentados pelos moradores.

“Temos uma infestação e focos de dengue na região, a situação é gravíssima e muitas pessoas estão doentes. É necessário um sistema de aquecimento mais seguro e que não coloque em risco a vida das pessoas, por isso a urgência de cobrar da prefeitura”, afirma o vereador.

Outro lado
A Prefeitura informou que ainda não recebeu o  requerimento por parte da Câmara e que é preciso aguardar o envio do  documento para que  seja encaminhado ao  departamento responsável e as medidas cabíveis sejam tomadas.

Segundo o assessoria do Executivo, a equipe do CAS (Controle de Animais Sinantrópicos) trabalha baseada em pesquisas e números, tanto de casos  quanto de focos, nas diversas regiões da cidade, sempre alinhada à  Vigilância Epidemiológica, e a população pode entrar em contato com o  Departamento para comunicar focos e criadouros de mosquito.

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