Dia D para Trump: americanos vão às urnas hoje e podem tirar dele o controle do Congresso
Pesquisa Reuters/Ipsos concluída na segunda (2) mostra aprovação do presidente em 32%, perto do recorde negativo; democratas aparecem à frente na disputa pela Câmara

Os Estados Unidos realizam nesta terça-feira (3) as eleições de meio de mandato, as chamadas midterms. Os eleitores escolhem todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, 35 das 100 vagas do Senado e 36 governadores. O resultado pode redefinir o poder do presidente Donald Trump no Congresso pelos próximos dois anos.
O que dizem as pesquisas
Pesquisa Reuters/Ipsos concluída na segunda-feira (2) mostra a aprovação de Trump em 32%, perto do pior índice registrado, de 31%. Entre os entrevistados, 46% disseram que votarão em candidatos democratas e 38% em republicanos. Entre os eleitores independentes, cerca de metade afirmou que o voto será contra Trump.
As pesquisas indicam chance de os democratas conquistarem a maioria na Câmara e no Senado. O alto custo de vida aparece como uma das principais queixas do eleitorado.
O que está em jogo
Hoje, o Partido Republicano controla as duas Casas, o que facilita a aprovação das propostas do governo. Uma vitória democrata pode travar a agenda de Trump e abrir investigações sobre o governo, incluindo a política de imigração e a guerra contra o Irã, que não foi autorizada pelo Congresso.
Na reta final, Trump aumentou a presença em comícios e chegou a prometer US$ 5 mil a cada americano caso os republicanos mantenham o controle do Congresso.
Quando sai o resultado
A votação termina em horários diferentes, por causa dos fusos dos estados, e os primeiros resultados devem começar a sair na noite desta terça, no horário de Brasília. Em disputas apertadas, a apuração pode levar dias.
Com informações do SBT News e da Reuters.
Posts Relacionados

Bets “devem ser banidas”, diz Fux em audiência no STF; decisão final será do plenário

Vídeo mostra helicópteros se chocando perto do Everest; turista morre e dois ficam feridos

Senado vota PEC da Segurança; redução da maioridade penal divide governo e oposição
