Em audiência no TRT, reajuste salarial termina sem acordo entre Embraer e Sindicato

O impasse sobre o reajuste salarial dos trabalhadores da Embraer terminou sem acordo durante audiência de conciliação realizada, nesta terça-feira (25), entre Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Embraer e Sindicato dos Metalúrgicos, no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de Campinas.

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Proposta do sindicato de 9% de reajuste nos salários é rejeitada pelo Fiesp

Flávio Pereira/Meon

O impasse sobre o reajuste salarial dos trabalhadores da Embraer terminou sem acordo durante audiência de conciliação realizada, nesta terça-feira (25), entre Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Embraer e Sindicato dos Metalúrgicos, no TRT (Tribunal Regional do Trabalho) de Campinas. O caso vai ser julgado, mas ainda não há uma data definida.

A Fiesp apresentou nesta terça-feira proposta de reajuste salarial de 7,4%, rejeitada pelo sindicato. Já o sindicato propôs 9% de reajuste. A contraproposta foi rejeitada pela Fiesp.

Segundo o vice-presidente do sindicato, Hebert Claros da Silva, a atual situação da empresa não condiz com a realidade, já que apresentou lucro líquido nos meses deste ano. Silva afirma ainda que a cobrança pelo aumento vai continuar.

“A estabilidade no emprego é extremamente necessária, tendo em vista os constantes casos de assédio moral sofridos durante e depois da greve na Embraer e em outras empresas do setor aeronáutico. Agora, vamos continuar lutando por um aumento maior de salário ”, afirma

Garantia
Durante a audiência, ficou garantido a estabilidade no emprego por 90 dias e o pagamento das horas paradas durante as greves e mobilizações pela Campanha Salarial do setor aeronáutico.

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