Em busca da carreira que sempre quis
A promotora Maria Cristina Simões, ex- aluna da Universidade de Taubaté Renata Moraes/Unitau Maria Cristina Simões Amorim. Esse é o nome da ex-aluna da Universidade de Taubaté que entrou na turma de Direito da universidade em 1984 e, hoje, é responsável pela análise de processos judiciais em segunda instância na esfera federal. Desde outubro de […]


A promotora Maria Cristina Simões, ex- aluna da Universidade de Taubaté
Renata Moraes/Unitau
Maria Cristina Simões Amorim. Esse é o nome da ex-aluna da Universidade de Taubaté que entrou na turma de Direito da universidade em 1984 e, hoje, é responsável pela análise de processos judiciais em segunda instância na esfera federal. Desde outubro de 2015, Maria Cristina recebe casos dos Estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul.
Na época da escolha da faculdade, Maria Cristina tinha a intenção de estudar em São Paulo, porém, devido à formação de alguns familiares que cursaram a faculdade de Taubaté, ela resolveu fazer o curso de Direito na faculdade da região.
No decorrer do curso, Maria Cristina nunca se imaginou advogando, sua intenção sempre foi prestar um concurso e atingir a carreira de juíza. Sua primeira prova foi para magistratura estadual, logo aproveitou uma oportunidade e também realizou um concurso para o Ministério Público Federal, no qual foi aprovada e assumiu a vaga em 1995.
Desde o período da faculdade, Maria Cristina sempre foi muito dedicada e estudiosa. As visitas na biblioteca sempre foram frequentes e os esforços para chegar no posto em que sempre quis não foi fácil. Em outubro, ela foi escolhida pelos demais procuradores para assumir a chefia da procuradoria.
Nesse novo desafio, Maria Cristina tem o objetivo de confirmar ou reformar a decisão já pré-estabelecida por recurso. “São questões muito sensíveis e muito difíceis, estamos lidando com pessoas, mas é um trabalho muito gratificante”, completou. Além do cargo de procuradora regional da república, Maria Cristina ainda arruma tempo para dar aulas em cursinhos e faculdade. “Os alunos me perguntam como eu fiz para chegar onde estou e eu respondo que estudei, e estudei muito”, destaca Maria Cristina.
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