Escolha o destino certo para aprimorar o conhecimento
Não é só a diferença cambial que impacta no preço do intermcâmbio


Malta: procura por ilha do Mediterrâneo vem crescendo
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Não é só a diferença cambial que impacta no preço do intercâmbio. Na hora de escolher o destino, o intercambista precisa levar em conta fatores como custo de vida e deslocamento até a escola. “Às vezes, a simples escolha de uma cidade menor já faz diferença”, explica Luiza Vianna, da CI. A libra cara, na casa dos R$ 5, fez com que o Reino Unido passasse da 3ª para a 5ª posição entre os destinos mais procurados, segundo pesquisa da Belta. Mas se o seu sonho for passar um tempo na Inglaterra, a substituição de Londres por outra cidade (mesmo que a 1h ou 2h da capital) já reduz o custo de vida. Gastos com transporte também diminuem, já que as chances de você morar perto da escola aumentam. “Em Londres, tempo é dinheiro. O valor da acomodação é mais acessível no subúrbio, mas vai ter um custo maior com transporte”, diz Bruno Passarelli, da Descubra o Mundo.
O interesse por Malta, uma ilha de língua inglesa no Mediterrâneo, vem crescendo nos últimos anos graças ao baixo custo de vida, embora a moeda local seja o euro. “Os preços são pau a pau com o Canadá”, explica Santuza Bicalho, da CVC. Fique atento: de junho a agosto os preços sobem, mas entre abril é maio o clima é agradável e os valores, convidativos.
Mesmo no Canadá, o queridinho dos intercambistas brasileiros por conta da qualidade das escolas e do preço favorável, pode valer trocar Toronto, que tem custo de vida mais alto, por Vancouver, com grande número de escolas que competem entre si e acabam praticando preços mais baixos que em outras cidades.
Com custo de vida acessível, boas escolas e diferença cambial favorável (1 rand equivale a R$ 4), a África do Sul é ótimo negócio para quem precisa dar um upgrade no inglês, mas está com o orçamento comprometido. “A economia pode significar fazer mais passeios e atividades no país”, destaca Luiza. Para intercâmbios de longa duração, Irlanda, Austrália e Nova Zelândia são os mais procurados por oferecerem permissão de trabalho.
Fique atento, contudo, às despesas com visto, exigido por Estados Unidos, Canadá e Austrália. Dependendo da duração do curso, você não terá essa despesa se a sua escolha for um país da Europa, onde o turista pode ficar por até três meses sem precisar do visto.
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