Falcao admite que não estará 100% se for à Copa
A menos de um mês para o início da Copa do Mundo, a presença de Falcao García no torneio ainda é uma incógnita. Ele luta para se recuperar de uma cirurgia no joelho esquerdo, após sofrer uma lesão no ligamento cruzado em janeiro, e não sabe se terá condições de defender a seleção colombiana no Mundial. Mas o próprio atacante admite que, mesmo…

A menos de um mês para o início da Copa do Mundo, a presença de Falcao García no torneio ainda é uma incógnita. Ele luta para se recuperar de uma cirurgia no joelho esquerdo, após sofrer uma lesão no ligamento cruzado em janeiro, e não sabe se terá condições de defender a seleção colombiana no Mundial. Mas o próprio atacante admite que, mesmo se vier a disputar a competição, não estará 100% fisicamente.
“Chegar 100% futebolisticamente vai ser impossível, porque me faltam horas de futebol competitivo. Para resumir, se estiver me sentindo bem, irei. Se eu vejo que não estou seguro e não vou contribuir em nada, serei sensato e não irei”, declarou o jogador ao jornal espanhol Marca, nesta sexta-feira.
Falcao é o principal nome da seleção colombiana e, por isso, o técnico José Pekerman já avisou que esperará por ele até o último minuto. Prova disso é que o atacante foi incluído na lista de 30 pré-convocados para o Mundial mesmo sem saber se poderá estar na competição.
Em meio a tantas dúvidas, Falcao mantém o otimismo. “Sempre fui otimista. Esse pensamento me serviu para enfrentar cada treinamento com muita vontade, para dar o máximo de esforço, porque alguns deles foram além do limite do que é normal neste tipo de recuperação. E isso me ajudou a ficar bem.”
O atacante ainda prometeu se esforçar ainda mais nas próximas semanas para estar no Mundial. “Nas próximas semanas será tomada uma decisão de acordo com a minha situação. Estou lutando há alguns meses e trabalhando bem. O joelho está evoluindo bem, sem recaídas, mas tudo será avaliado no momento”, comentou.
A boa notícia para o torcedor colombiano é que Falcao já está treinando com bola. Mas ele mesmo ponderou. “Já estou chutando, tocando e me sentindo bem. Mas isso é uma coisa, tocar a bola apenas, e outra é estar em meio a um grupo com máxima exigência profissional, com questões separadas. Há diferenças e nesse segundo nível é no qual meu joelho deve responder adequadamente.”
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