Foragido internacional por tráfico de drogas é preso em Ilhabela

Albanês procurado por tráfico de cocaína na Europa foi localizado no Litoral Norte

Escrito por: Rubens Baracho2 min de leitura
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Um homem procurado pela Justiça foi preso na noite deste sábado (25) em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, durante uma operação da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Segundo a polícia, o preso é o albanês Ervin Mata, considerado foragido por envolvimento com narcotráfico internacional e associação criminosa. O mandado de prisão foi expedido em setembro do ano passado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

De acordo com o documento judicial, o suspeito teria coordenado, junto a outros envolvidos, o tráfico de 240 quilos de cocaína em 29 de setembro de 2020, na cidade de Frankfurt, na Alemanha.

Na decisão, o ministro determinou a prisão cautelar e a comunicação imediata do cumprimento do mandado ao STF, ao Ministério da Justiça, à Interpol e à representação diplomática do país interessado.

A prisão

A captura ocorreu após informações de inteligência indicarem que o suspeito estaria se deslocando em direção ao Litoral Norte. Durante o monitoramento, os policiais identificaram que ele utilizou rotas alternativas, incluindo deslocamento por via marítima até Ilhabela.

Equipes do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR) e da Força Tática intensificaram o patrulhamento e localizaram o homem em um estabelecimento comercial no centro do arquipélago.

Ainda segundo a PM, no momento da abordagem, ele tentou ocultar a própria identidade, mas foi reconhecido pelos policiais, que já tinham informações sobre o foragido. Ele não resistiu à prisão.

Após a detenção, o suspeito foi encaminhado à Polícia Federal em São Sebastião, onde permaneceu à disposição da Justiça. O caso pode resultar em um processo de extradição.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo confirmou a prisão e informou que o homem havia se deslocado da Baixada Santista até o Litoral Norte, onde foi localizado durante a ação integrada das equipes policiais.

Procurada, a Interpol informou que não comenta casos individuais.

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