Galápagos: jantar à beira-mar

Cruzeiros não são a única maneira de desbravar Galápagos. Mas passar sete noites de ilha em ilha, vendo petréis e fragatas acompanharem o navio enquanto saboreia margaritas no bar ou em sua varanda é, de fato, extremamente relaxante.

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Sistemas de fragatas oferecem jantares passando de ilha em ilha

Divulgação/Creative Commons/A. Davey

Cruzeiros não são a única maneira de desbravar Galápagos. Mas passar sete noites de ilha em ilha, vendo petréis e fragatas acompanharem o navio enquanto saboreia margaritas no bar ou em sua varanda é, de fato, extremamente relaxante.

O Silver Galápagos, navio de expedição da Silversea para 100 passageiros, começou as operações há menos de um ano. Alguns ajustes estão em andamento, mas nada que comprometa o serviço, com funcionários para lá de solícitos. Como Marco, o maître, que se desdobrava para encaixar o maior número de hóspedes possível no The Grill, restaurante ao ar livre com reservas no jantar. Segundo o capitão Karin Chacon, a área será reformada para aumentar o número de lugares na hora do almoço, quando todos querem ficar na sombra.

O Parque Nacional impõe várias regras para os barcos, inclusive com relação ao menu: certas frutas são vetadas, pelo risco de espalhar sementes. Mas havia uma variedade razoável de peixes, incluindo lagosta e camarão.

A equipe de guias, comandada por Gaby Espinoza, também se destacou. Cada um com seu estilo – Xavier fazia de cada explicação um show de stand-up; Carlos, mais quieto, mostrava paixão por cada detalhe das ilhas e Ivonne Torres, sempre sorrindo, era a tradução da alma galapaguenha.

Ver o pôr do sol do navio é um clássico, mas tivemos um brinde extra: o nascer da lua. De uma claridade tão intensa que fez todos se levantarem para buscar as câmeras – deu até para ver os tubarões nadando próximo ao barco (juro!).

Para brasileiros, o melhor é o sistema all-inclusive: todas as bebidas (até as do frigobar) e gorjetas estão incluídas. Vale lembrar, contudo, que a comunicação no navio é em inglês – grupos maiores podem conseguir guias em português. Há saídas o ano todo (exceto setembro); desde US$ 5.450 por pessoa, em cabine dupla.

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