Jackson Hole, parada obrigatória dos esquiadores
Investimentos feitos nas duas últimas temporadas ampliaram as opções para esquiadores e snowboarders iniciantes e intermediários em Jackson Hole, estação no Estado de Wyoming adorada pelos experts, que sempre tiveram mais espaço por lá – atualmente, 50% das pistas são deles. Tanto que a frequência bateu recorde nas últimas duas temporadas: foram mais de 563 mil visitantes em 2013/2014, 12% a mais que no inverno anterior.


Jackson Hole, o paraíso dos esquiadores
Divulgação
Investimentos feitos nas duas últimas temporadas ampliaram as opções para esquiadores e snowboarders iniciantes e intermediários em Jackson Hole, estação no Estado de Wyoming adorada pelos experts, que sempre tiveram mais espaço por lá – atualmente, 50% das pistas são deles. Tanto que a frequência bateu recorde nas últimas duas temporadas: foram mais de 563 mil visitantes em 2013/2014, 12% a mais que no inverno anterior.
Nos últimos anos, o resort vem sendo sistematicamente eleito como o melhor dos Estados Unidos por leitores e especialistas de publicações como as revistas Ski Magazine (espécie de Bíblia dos esquiadores) e Forbes. O clima de velho oeste é um dos fatores que ajuda a turbinar o turismo por lá, porque dá um aspecto ímpar à cidadezinha de Jackson. Além das construções que remetem ao passado daquele pedaço dos Estados Unidos, música ao vivo e cervejas artesanais (como Roadhouse, Snake River e Wildlife) animam saloons depois de um dia no alto da montanha.
Desde o Brasil, é possível desembarcar direto no aeroporto de Jackson Hole vindo de 13 cidades principais de conexão – entre elas, Nova York, Los Angeles, Dallas e Salt Lake City, a vizinha capital de Utah, de onde também é possível ir até lá de carro, uma distância de 450 quilômetros. O carro vai ser útil para os outros passeios disponíveis na região de Jackson Hole. Por exemplo, o parque Yellowstone, o do Zé Colmeia, cuja principal atração, o gêiser Old Faithful, está a 120 quilômetros de distância. E há outro parque natural por ali, o Grand Teton, que abarca uma floresta nacional.
Caso decida se hospedar em Jackson, você estará a 20 quilômetros da base da montanha – onde Teton Village abriga quem prefere dormir e acordar bem perto das pistas de esqui.
Subida coletiva
O bondinho que vence os mais de 1.200 metros de subida vertical continua sendo um atrativo em Jackson Hole. Em lugar das habituais cabines para até 12 passageiros, a gôndola The Tram transporta 100 visitantes ao mesmo tempo. No alto há pelo menos uma dezena de bares e restaurantes. O mais exclusivo, The Couloir, acumula prêmios das revistas Wine Spectator e Food and Wine Magazine, e destaca ingredientes regionais como bisão de Idaho e linguado do Alasca.
As 116 pistas são divididas em 50% para avançados, 40% para intermediários e 10% para iniciantes. Há 12 lifts. A altitude máxima é de 3.185 metros. A temporada vai de 27 de novembro a 5 de abril. Passe diário desde US$ 104, mais taxa de US$ 5 para a aquisição do J Card. Mais: jacksonhole.com
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