Jojo Rabbit, o garoto da Juventude Hitlerista
Judeu e maori, a mistura que resultou em Taika Waititi, tem servido como a fonte de inspiração de que se nutre o cinema do diretor neozelandês. Ao assumir Thor: Ragnarok, e consciente de que talvez fosse sua única incursão pela Marvel, realçou o aspecto “gente estranha com problemas humanos” da trama. O sucesso foi imenso, e Waititi ganhou…

Judeu e maori, a mistura que resultou em Taika Waititi, tem servido como a fonte de inspiração de que se nutre o cinema do diretor neozelandês. Ao assumir Thor: Ragnarok, e consciente de que talvez fosse sua única incursão pela Marvel, realçou o aspecto “gente estranha com problemas humanos” da trama. O sucesso foi imenso, e Waititi ganhou convite para novas aventuras de super-heróis.
Ganhou até o Oscar de melhor roteiro adaptado por Jojo Rabbit, atração desta segunda-feira, 10, às 20h05, no Telecine Premium. Na série de surpresas que marcou a premiação da Academia neste ano – a quádrupla vitória de Parasita, de Bong Joon-ho -, a de Waititi também teve seu elemento de surpresa.
Fazer humor com o Holocausto pode ser arriscado, Roberto Benigni que o diga – emplacou três Oscars com A Vida É Bela, em 1999.
Waityiti conta, agora, a história de um garoto que integra a Juventude Hitlerista. Nada do que faz dá certo. Tem um amigo secreto – o próprio Hitler, interpretado pelo diretor. Sua mãe, Scarlett Johansson, pertence à resistência e há uma garota judia escondida na casa. As mulheres permitirão que Jojo supere a fixação infantil no Führer. Jojo não é uma unanimidade, mas possui um encanto especial. E o garoto, Roman Griffin Davis, é ótimo.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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