Joseense está com exposição em Nova Iorque
Exposição vai até 29 de abril Divulgação O joseense Matheus Barros possui um currículo invejável para seus 33 anos. Atualmente, ele está com uma exposição no Consulado-Geral brasileiro em Nova Iorque, nos EUA. Segundo ele, houve uma proposta conceitual mesclando referências brasileiras e nova-iorquinas sobre a história do consulado por lá. “Enviamos uma imagem de […]


Exposição vai até 29 de abril
Divulgação
O joseense Matheus Barros possui um currículo invejável para seus 33 anos. Atualmente, ele está com uma exposição no Consulado-Geral brasileiro em Nova Iorque, nos EUA. Segundo ele, houve uma proposta conceitual mesclando referências brasileiras e nova-iorquinas sobre a história do consulado por lá. “Enviamos uma imagem de teste e o Setor Cultural do Consulado aprovou”, comemora.
Estão expostas 16 telas, respeitando este conceito, e três trabalhos autorais acompanhados de uma prancha com uma minibiografia, para que os visitantes possam conhecer melhor o perfil do expositor e seus trabalhos. A exposição iniciou em fevereiro e vai até o dia 29 de abril.
Com ótima bagagem em tecnologia de informação e com uma experiência internacional, já morou três anos na Suécia e quatro meses na Califórnia, Matheus afirma que encontrou seu caminho por meio do design gráfico, no período da faculdade.
“O que pavimentou minha jornada, de anos de experiência planejando e executando projetos de mídias digitais e impressas, me levou à nomeação no shortlist do FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica) pelo projeto interdisciplinar ‘Sertão das Cotias’”, ressalta.
Confessa-se sempre faminto por conhecimento e capacitação. Matheus foi certificado pela Autodesk e atendeu master classes com grandes artistas como Neville Page, artista conceitual e júri no programa Face Off, e Madeleine Scott-Spencer, artista da WETA, responsável pelas criaturas do Senhor dos Anéis e Hobbit, Will Murai, ilustrador da Wizards of the Coast e Adonis Alcici, designer conceitual e projetista – além de escolas como SAGA School of Arts, Games and Animation e AXIS School of Visual Effects.
Matheus reforça que adora diversidade, então sempre busca mesclar diversas técnicas tradicionais e digitais. “Já utilizei xilogravura, lápis, marcadores e tintas com escultura digital, fractais e pintura digital”.
Outra técnica de criação de Matheus, é que ele “costuma pensar no conceito da tela, inserindo palavras-chave e esboços”. A partir daí, prossegue a organização do material fonte, escaneando, fotografando e exportando nos formatos adequados. “É dai que finalmente começo o processo (razoavelmente longo) de composição da tela e a finalização, equilibrando as cores e texturas”.
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