Justiça mantém preso grupo suspeito de vender barracas em Aparecida

O grupo acusado de vender lugares na Feira de Ambulantes de Aparecida vai ficar preso preventivamente, por tempo indeterminado. A decisão da Justiça mantém em cárcere o ex-secretário de comércio e indústria, João Luiz Mota, o vereador Élcio Ribeiro Pinto (DEM), e outras cinco pessoas entre eles, alguns funcionários públicos e dois radialistas, que também foram detidos no última quarta-feira (11), acusados de fazer parte do esquema de extorsão.

Escrito por: Elaine Rodrigues2 min de leitura
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Acusados de venda de barracas na Feira continuam presos em Aparecida

Driano/Arquivo Pessoal

O grupo acusado de vender barracas na Feira de Ambulantes de Aparecida vai ficar preso preventivamente por tempo indeterminado. A decisão da Justiça mantém em cárcere o ex-secretário de Comércio e Indústria, João Luiz Mota, o vereador Élcio Ribeiro Pinto (DEM), e outras cinco pessoas, entre elas, funcionários públicos e dois radialistas que foram detidos no última quarta-feira (11) acusados de fazer parte do esquema de extorsão.

Os acusados já foram encaminhados para o Centro de Detenção Provisória de Taubaté e para as penitenciárias de Tremembé. O Ministério Público já recebeu o inquérito da Polícia Civil e deve oferecer denúncia ainda esta semana. Os advogados que fazem a defesa dos acusados não foram encontrados para comentar o caso.

No dia 4 de junho, a Polícia Civil prendeu, na operação denominada Leviatã, o secretário João Luiz Mota, o vereador Élcio Ribeiro Pinto, além de três servidores da prefeitura e dois homens que atuariam como agenciadores de barracas para ambulantes.

Na manhã da última quarta-feira (11) dois radialistas também foram presos por suspeita de cometerem extorsão contra um vereador. De acordo com a polícia, os radialistas Pastor Luiz Carlos Mendonça e Arthur Fortes extorquiram o vereador para que o político não fosse criticado no veículo.

O lugar na feira é regulamentado por lei, com uma vaga por comerciante. O grupo preso negociava licenças ilegais e são acusados de favorecer alguns ambulantes. As detenções foram resultado de uma investigação de quatro meses da polícia.

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