Kawasaki chega ao Brasil com modelos mais potentes
A Kawasaki apresent ou a linha 2015 da sport tourer Ninja 1000 e da naked Z1000. Os principais destaques são atualizações no visual e 4 cv a mais de potência. As duas motos, feitas em Manaus, chegam às concessionárias no fim deste mês. A Ninja tem tabela de R$ 56.990 e a Z100 parte de R$ 48.990.


Kawasaki: visual moderno e motor 142 cv de quatro cilindros são diferenciais
Divulgação
A Kawasaki apresentou a linha 2015 da sport tourer Ninja 1000 e da naked Z1000. Os principais destaques são atualizações no visual e 4 cv a mais de potência. As duas motos, feitas em Manaus, chegam às concessionárias no fim deste mês. A Ninja tem tabela de R$ 56.990 e a Z100 parte de R$ 48.990.
O motor de quatro cilindros e 1.043 cm3 foi retrabalhado e agora gera 142 cv a 10.000 rpm e 11,3 mkgf a 7.800 rpm. Antes, eram, respectivamente, 138 cv a 9.600 rpm e 11,2 mkgf a 7.300 rpm. O câmbio teve a sexta marcha alongada para reduzir o giro do motor e entregar mais suavidade de funcionamento ao trafegar em trechos longos.
Houve também mudança no sistema de ajuste de pré-carga e retorno da suspensão traseira. Agora, é feito por meio de uma engrenagem
Ninja 1000
Oferecida em versão única, a sport tourer traz de série malas laterais e freios ABS, itens que eram opcionais. A Ninja 1000 também ganhou sistema de controle de tração com três níveis de assistência e dois de gerenciamento da ignição, que entregam 100% ou 70% da potência. O piloto pode controlar o recurso por meio de um botão localizado no punho esquerdo da guidom.
Os potentes freios, com discos duplos de 300 mm na dianteira e simples de 250 mm na traseira, foram mantidos.
Z1000
Na naked, além do visual atualizado, que inclui faróis de LEDs, há novos discos de freio na dianteira, com 310 mm (o ABS continua opcional). A suspensão da frente ganhou ajustes de pré-carga, retorno e compressão. O tanque de gasolina cresceu de 15 para 17 litros.
Em movimento
Em uma curta avaliação, foi possível notar que, além de ter ficado mais forte, o motor entrega potência e torque de forma mais linear, o que tornou as duas motos mais dóceis de guiar. O câmbio manteve os engates curtos e fáceis.
A posição de guiar é confortável em ambas. Contudo, é mais agressiva na naked, já que a angulação do banco projeta muito o piloto sobre o tanque.
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