Leoa não será sacrificada após morte de invasor em João Pessoa

Após homem escalar e invadir jaula no Parque Arruda Câmara, administração reforça que animal teve reação natural e que normas de segurança foram cumpridas

Escrito por: Maria Júlia da Silva Binotto2 min de leitura
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A morte de um homem que invadiu a jaula da leoa Leona no Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em João Pessoa (PB), no último domingo (30), levantou um debate urgente sobre segurança em espaços de fauna. O incidente, onde a vítima de 19 anos foi atacada fatalmente pelo felino, levou ao fechamento imediato do parque para investigações.

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Apesar da tragédia, a Prefeitura de João Pessoa e a Secretaria de Meio Ambiente (Semam) confirmaram que a leoa não será sacrificada. A reação do animal foi classificada pelos técnicos como um comportamento natural em defesa de seu território, invadido deliberadamente.

Parque Mantém Postura sobre Segurança

As investigações conduzidas pela Polícia Civil e pela Semam buscam entender como a invasão foi possível. No entanto, a administração do parque reforçou que todas as normas técnicas de segurança foram seguidas, incluindo uma parede de mais de 6 metros e grades de proteção.

As informações indicam que o invasor escalou a estrutura, ignorando barreiras de segurança para acessar o recinto. A nota oficial do parque lamentou o ocorrido, mas enfatizou que o homem “insistiu na invasão, culminando nesse episódio lamentável”.

O corpo da vítima, que supostamente sofria de transtornos mentais, foi liberado para a família. A leoa Leona segue sob monitoramento contínuo de biólogos, zootecnistas e veterinários para garantir seu bem-estar, após o estresse do incidente.

A reabertura do Parque Arruda Câmara depende da conclusão dos laudos periciais e da avaliação dos órgãos de segurança e meio ambiente.

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