Mães buscarão Prefeitura por novas vagas em creche da USP
Um dos principais efeitos do plano de demissão voluntária (PDV) de funcionários da USP foi a suspensão de novas matrículas nas cinco creches da universidade, após a saída de mais funcionários do que o previsto. Integrante da Comissão Mobilizadora da Creche Central, Isabelle Somma disse que um grupo de mães (alunas da USP) agora organiza…

Um dos principais efeitos do plano de demissão voluntária (PDV) de funcionários da USP foi a suspensão de novas matrículas nas cinco creches da universidade, após a saída de mais funcionários do que o previsto. Integrante da Comissão Mobilizadora da Creche Central, Isabelle Somma disse que um grupo de mães (alunas da USP) agora organiza abaixo-assinado para forçar a USP a abrir as novas vagas.
Segundo Isabelle, a Comissão vai marcar uma reunião com o secretário da Educação municipal, Gabriel Chalita.
A suspensão afetou as três escolas da capital, uma em São Carlos e outra em Ribeirão Preto, que atendem 580 crianças. No fim de janeiro, as alunas da universidade que matriculariam os filhos nas creches neste ano letivo foram surpreendidas com a notícia do cancelamento de novas matrículas.
A ideia é obter detalhes sobre a negociação em andamento entre a Prefeitura e a USP por um terreno da universidade para a construção de creches. “Você anda pelo câmpus e vê mães com bebês. Uma mãe foi expulsa da aula de, veja só, Educação Infantil (da Faculdade de Educação), porque estava com o filho em sala”, disse Isabelle, que é mãe de Chiara, de 3 anos, e doutora em História Social.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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