Marta aponta torcida como diferencial do Brasil na Copa
Principal jogadora do futebol feminino brasileiro e uma das mais importantes do mundo, Marta promete acompanhar de perto a Copa do Mundo que acontecerá entre junho e julho no Brasil. E acredita que o apoio da torcida, como já aconteceu no ano passado na Copa das Confederações, pode ser o diferencial para a equipe de Felipão conquistar o…

Principal jogadora do futebol feminino brasileiro e uma das mais importantes do mundo, Marta promete acompanhar de perto a Copa do Mundo que acontecerá entre junho e julho no Brasil. E acredita que o apoio da torcida, como já aconteceu no ano passado na Copa das Confederações, pode ser o diferencial para a equipe de Felipão conquistar o título.
“Se a equipe jogar como na Copa das Confederações e contar com o apoio da torcida, dificilmente perderá”, avaliou Marta, em entrevista publicada nesta segunda-feira no site da Fifa. Apesar de jogar atualmente na Suécia, onde defende o clube Tyresö, ela já adiantou que estará no Brasil para também ser uma dessas torcedoras e ajudar a seleção a ganhar.
Atualmente com 28 anos, Marta já foi eleita pela Fifa como a melhor jogadora do mundo em cinco anos seguidos, de 2006 a 2010. Mas, durante a Copa, vai assumir o papel de torcedora. “Gostaria de ver o jogo de abertura e, é claro, a final. São os mais desejados”, contou a craque, que não escolhe adversário para o Brasil numa eventual decisão.
Marta acredita que o Brasil caiu num “grupo equilibrado”, junto com Croácia, México e Camarões. “Não é tão fácil, mas também não se pode dizer que seja tão forte. Em todo caso, acredito que vamos nos classificar”, disse a jogadora, que ressaltou a força de todas as seleções que estarão na disputa. “Ninguém vem a passeio para uma Copa do Mundo.”
Perguntada sobre os principais rivais brasileiros na luta pelo título, ela citou algumas favoritas. “Sabemos que existem grandes rivalidades, como com a Argentina, por exemplo. Também tem a Espanha, que perdeu a final da Copa das Confederações e não vai querer repetir a experiência. E tem a Inglaterra, a Holanda, a Itália. São todas seleções muito boas”, avisou.
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