Mayra Dias, Miss Amazonas, é eleita Miss Brasil 2018
Com surpresas, representante amazonense garante favoritismo e leva coroa

















A amazonense Mayra Dias, de 26 anos, é a nova Miss Brasil. A moça conquistou a coroa enfrentando outras 26 fortes concorrentes no evento que ocorreu no Rio de Janeiro, mais precisamente no Riocentro, que também foi transmitido ao vivo na TV aberta . Por conta do encontro de representantes da marca, o pavilhão do concurso ficou lotado – um púbico que não se via há muitos anos. Dentre eles, familiares, torcida e até misses e misteres que fizeram história Brasil à fora.
“Estou muito feliz em poder trazer esse título pro meu Estado, em realizar meu sonho, me preparei bastante para conseguir essa faixa. Sou a segunda amazonense a conquistar o Miss Brasil, depois de um jejum de 61 anos. Para o Miss Universo quero me preparar fisicamente, psicológicamente, para estar impecável para trazer essa coroa pro Brasil”, declarou Mayra.
A reportagem do Meon conversou com a Miss Teen Earth, Emily Garcia, de apenas 17 anos e já detentora de um título internacional. Também com o Mister Rio Grande do Sul de 2017, Augusto Grave. Ambos assistiram ao Miss Brasil pela primeira vez, e destacaram a importância de um representante da beleza em manter-se fiel a si mesmo numa representatividade desta magnitude.
“O principal para uma miss é chegar ali e ser você, esquecer o resto. Foco no seu objetivo e na sua vontade de garantir o título”, disse a Miss Teen, que teve a sua fala completada pelo Mister. “Enfrentar o nervosismo é a pior parte. A gente tem que se superar a cada etapa que está no palco: na hora das perguntas, do desfile, é constante. E para a vencedora, que ela seja ela mesma, natural e espontânea”, destacou Grave.
Dominando o certame do início ao fim, Mayra foi galgando com graça e simplicidade seu posto até a tão sonhada coroa. Como dito nos artigos já publicados no Meon, a competição era acirradíssima, não tendo certeza de quem seria a vencedora. Mas, os resultados dos ‘Tops’ surpreenderam.
O início do concurso teve apresentação do ‘Dream Team do Passinho’, grupo de funk carioca, à medida que as misses se apresentavam com looks que traziam um ar tropical a passarela.
A primeira surpresa, porém, veio no Top 10, quando as candidatas do Distrito Federal, Biah Rodrigues; Rio Grande do Sul, Leonora Weimer; e Paraíba, Ana Carla Medeiros; não foram chamadas para compor o grupo. A grande surpresa da noite foi a Miss Alagoas, Isabella Burgui; que chegou ao Top 5, derrubando qualquer tipo de previsão já feita. A moça apresentou uma beleza jovial e muita segurança no palco, mas a resposta da pergunta final não conseguiu mantê-la na disputa para Top 3.
Mais surpreendente ainda foi o fato da Miss Rio Grande do Norte, Monique Sandrelly Rêgo, não ter avançado ao Top 5, e nem a Miss Santa Catarina, Débora Silva, ao Top 3. Duas grandes apostas da maioria do público foram por água abaixo ao ver o terceiro e segundo lugar tomados por Ceará (Teresa Santos) e Bahia (Maria Isabel).
Aliás, foi por pouco que o mito da influência da Miss EUA sobre o Brasil não se concretizou, com a cearense terminando na terceira posição.
Contudo, o melhor que poderia acontecer neste cenário de reviravoltas aconteceu: Mayra Dias tomou o concurso para si do início ao fim. A nova Miss Brasil teve uma presença muito forte, acima de tudo, se destacando em relação às demais.
Também havíamos comentado sobre a semelhança com a Miss Venezuela 2018. Por incrível que pareça, essa comparação já começou a ser feita nas redes sociais no Brasil e no mundo. Esperemos que a o mito dos EUA não passem para Venezuela. Mas, coincidências a parte, como todos os anos, a melhor venceu. E concurso de miss se vence no dia.
Vale destacar duas coisas no concurso:
A primeira é a linda homenagem (curta, mas linda) que a Miss Brasil e Miss Universo de 1968, a baiana Martha Vasconcelos, recebeu no palco. Com 50 anos da última conquista da coroa universal, Martha foi homenageada por Raissa Santana, Miss Brasil 2016, e Natália Guimarães, Miss Brasil 2007 e Vice Miss Universo daquele ano.
O segundo destaque vai para os vestidos de gala. Todos na cor preta, os modelos criados por Ivanildo Nunes valorizaram os corpos das candidatas, além de trazer toda a elegância do qual um verdadeiro vestido de concurso de beleza merece carregar.
Agora o foco passa a ser a maior competição de beleza do mundo: o Miss Universo. Vários países já possuem representantes e, para variar, as belezas são diversas e exuberantes. A organização do concurso ainda não divulgou data e local da coroação.
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