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EJets E2 da Embraer, um novo modelo será fabricado em São José ainda este ano Divulgação/Embraer ‘Para o alto e avante’… Depois de ser alvo de discussão internacional, a Embraer se explica mais uma vez por transferir em 100% a fabricação do jato executivo Phenom da planta de São José dos Campos para os EUA. De […]


EJets E2 da Embraer, um novo modelo será fabricado em São José ainda este ano
Divulgação/Embraer
‘Para o alto e avante’…
Depois de ser alvo de discussão internacional, a Embraer se explica mais uma vez por transferir em 100% a fabricação do jato executivo Phenom da planta de São José dos Campos para os EUA. De acordo com a empresa, trata-se de uma estratégia a longo prazo. “Saem os jatos executivos e entra a fabricação de novos jatos de grande porte, os comerciais. Os executivos tinham capacidade para 4 e 6 passageiros e os comerciais terão capacidade para mais de 130 passageiros”, explica a empresa por meio de assessoria.
“A Embraer continua a investir em ampliação e modernização de suas operações industriais no Brasil e no exterior, visando manter sua competitividade e presença globais. Na planta de São José dos Campos dá-se início à montagem dos protótipos da nova geração de jatos comerciais da empresa – EJets E2, que absorverá toda a equipe atualmente dedicada à montagem dos aviões Phenom 100/300, que agora será absorvida pela principal linha de montagem destes produtos, localizada na planta de Melbourne, Estados Unidos. Em 2015 a Embraer prevê receitas entre US$ 6,1 e 6,6 bilhões e investimentos de US$ 650 milhões em capacitação industrial, pesquisa e desenvolvimento de novos produtos”, afirmou.

Presidente da Embraer, Frederico Curado
Divulgação
Para bom entendedor meia palavra basta!
Ainda de acordo com a Embraer, a nova geração dos aviões comercias deve começar a ser fabricada em São José dos Campos imediatamente, para entrar no mercado em 2018. Até 2020 a proposta da empresa é que outros 5 novos modelos de aviões entre executivo, militar e outros 3 novos modelos comerciais, serão fabricados no Brasil, 3 deles na planta joseense. Segundo a Embraer, esta é uma visão de médio e longo prazo e o que a empresa precisa no momento é de espaço físico, por isso a transferência do Phenom para planta de Melbourne, Estados Unidos.
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