Dólar oscila entre queda e alta em meio a incerteza fiscal e crise política
O dólar abriu em queda e, logo depois, passou a subir nesta quinta-feira, 1º. Segundo analistas, a virada só corrobora a busca de proteção diante das incertezas no cenário fiscal e da crise política que continua abalando a governabilidade do País. A presidente Dilma Rousseff continua negociando a reforma ministerial. Na quarta-feira, 30,…

O dólar abriu em queda e, logo depois, passou a subir nesta quinta-feira, 1º. Segundo analistas, a virada só corrobora a busca de proteção diante das incertezas no cenário fiscal e da crise política que continua abalando a governabilidade do País.
A presidente Dilma Rousseff continua negociando a reforma ministerial. Na quarta-feira, 30, Dilma cedeu e substituiu Aloizio Mercadante na Casa Civil pelo ministro da Defesa, Jaques Wagner. Mercadante volta para o Ministério da Educação.
Também na quarta, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, mandou arquivar três pedidos de impeachment mal fundamentados e feitos por cidadãos. Cunha é réu de uma “ação criminal” do Ministério Público da Suíça por lavagem de dinheiro. A Suíça decidiu transferir o processo para o Brasil.
Às 9h49 desta quinta, o dólar à vista estava estável em relação ao fechamento da véspera. A cotação estava em R$ 3,9740. A máxima havia sido minutos antes aos R$ 3,9860. A mínima ficou em R$ 3,940.
Sobre o mercado cambial, o Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, publicou na quarta levantamento que evidencia que a demanda dos agentes foi menor que a oferta proporcionada pelo Banco Central (BC).
Desde 8 de setembro, véspera do dia em que o Brasil foi rebaixado a grau especulativo pela agência Standard & Poor’s, o BC ofertou cerca de US$ 19,5 bilhões. Desse total, vendeu efetivamente US$ 9,961 bilhões – o resultado de duas operações (US$ 3 bilhões) ainda não foi divulgado.
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