Manutenção de preços permitirá excepcional recuperação de resultados, diz Graça

A nota enviada anteriormente possui uma incorreção no 3º parágrafo, ao dizer que a Petrobras tem como objetivo se desfazer de projetos que não contribuam com a geração de caixa nos próximos dois anos. A estatal, na verdade, planeja reduzir o ritmo de tais projetos. Segue o texto correto. A manutenção dos preços dos combustíveis,…

Escrito por: Conteúdo Estadão2 min de leitura
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A manutenção dos preços dos combustíveis, independentemente do comportamento dos preços internacionais, ajudará a Petrobras a ter uma “excepcional recuperação de resultados”, afirmou a presidente da Petrobras, Graça Foster, em teleconferência com analistas na tarde desta quinta-feira, 29.

Graça disse também que a empresa passará por uma pequena perda de participação de mercado na comercialização. Afirmou, porém, sem explicar os motivos,que essa retração será compensada.

Na área de exploração, a presidente da estatal disse ainda que a intenção é rever a carteira exploratória “ao mínimo necessário”. Isso porque na fase exploratória, a petroleira apenas gasta recursos, sem fazer caixa. e, como informou em relatório nesta quarta-feira, o objetivo na Petrobras é reduzir o ritmo de alguns projetos, principalmente aqueles com baixa contribuição de geração de caixa nos próximos dois anos.

O processo de desinvestimento, porém, será retomado apenas no fim do ano. Mais uma vez, Graça reiterou que a empresa passará 2015 sem captações e que o plano é chegar ao fim do ano com saldo em caixa de US$ 8 bilhões a US$ 12 bilhões.

Superavaliação
A presidente da Petrobras disse que existem 13 projetos na área de abastecimento supervalorizados, segundo estudo realizado em parceria com uma consultoria independente. Há ainda outras 13 na área de exploração e produção e quatro em gás e energia.

Em contrapartida, estão subavaliados seis ativos em exploração e produção, sete em gás e energia e oito em abastecimento. Graça informou também que os contratos relativos à Refinaria Abreu e Lima e ao Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) foram avaliados por auditores independentes.

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