Tocha olímpica: olhar dos empresários e moradores
Ana Coelho manteve o estabelecimento aberto Meon/Luiza Paiva O Parque Vicentina Aranha, que frequentemente recebe moradores para a prática esportiva e a família joseense nas programações culturais, ficou diferente na passagem da tocha olímpica nesta terça-feira. O parque e as ruas ficaram tumultuados por moradores que queriam ver a chama olímpica e, por isso, alguns […]


Ana Coelho manteve o estabelecimento aberto
Meon/Luiza Paiva
O Parque Vicentina Aranha, que frequentemente recebe moradores para a prática esportiva e a família joseense nas programações culturais, ficou diferente na passagem da tocha olímpica nesta terça-feira. O parque e as ruas ficaram tumultuados por moradores que queriam ver a chama olímpica e, por isso, alguns empresários da região preferiram fechar as portas mais cedo.
Outros, aproveitaram o momento para deixar as portas abertas, como a proprietária do restaurante Nibs, Ana Coelho. Apesar da movimentação no momento do evento, ela falou que o horário de almoço foi mais fraco, já que divulgaram que iriam fechar as ruas às 13h, o que não aconteceu, e isso acabou fazendo com que as pessoas evitassem trafegar pela região. “Mas sobre o evento, achei legal, bem-estruturado na região do Vicentina. As Olímpiadas já estão aí, então vamos aproveitar”, disse.
Sandra Chaves, sócia-proprietária da gelateria Artesane, também aprovou o evento e viu o movimento aumentar no horário da passagem da tocha. Ela chegou a contratar vendedores freelancers para ajudar nas vendas. “Para a gente é um acontecimento. Vale a pena pela empolgação dos moradores, o pessoal vai curtindo. De qualquer forma foi válido”, disse.
Já a terapeuta holística Doracy Costa, moradora da região e que frequenta os arredores diariamente, não mudou sua rotina e chegou ao local no horário em que a tocha estava se despedindo e dando lugar à apresentação das fanfarras. “Eu achei legal. É uma forma de movimentar a cidade, tirar as pessoas de dentro de casa, sejam elas crianças, jovens ou pessoas de idade. E é um momento histórico”, opinou.
Regiane Zaltune, moradora da região do parque, viu com bons olhos a passagem da tocha pela região. “No meio da crise e de tudo isso que está acontecendo, é bom que tenha algo alegre e positivo, especialmente para as crianças. Eu achei legal”, revelou.
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