A chegada: prévia da vocação monumental
Aeroporto Internacional de Dubai recebe 66 milhões de passageiros por ano


Bar 40 Kong fica no topo do H Hotel
Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo
Partindo de São Paulo, o voo até Dubai consome 15 horas. Por causa do fuso lá, sete horas a mais em relação a Brasília, e porque os voos partem no começo da madrugada, você não verá a luz do dia.
Chegar ao Aeroporto Internacional de Dubai (dubaiairports.ae) já é uma atração. Construído em 1960, suas grandes dimensões chamam a atenção logo de cara. Além de ter o maior terminal de passageiros do mundo (o de número 3, inaugurado em 2008), assumiu no ano passado o posto de hub mais movimentado, ultrapassando Heathrow, em Londres. São 66 milhões de passageiros subindo e descendo suas escadas a cada ano, embalados por músicas árabes e cercados de lojas com todos os tipos de produtos.
Quem estiver interessado em renovar a casa, o escritório, o bar e o guarda-roupa, portanto, pode começar por ali. Os preços costumam ser bons e as opções vão de alimentos a capas de ouro para iPhone.
Além disso, seus serviços também são um diferencial. Casa da Emirates, o Terminal 3 (oesta.do/terminal3dubai), por exemplo, tem cadeiras reclináveis ao longo dos corredores para os passageiros que quiserem dormir, banheiros com ducha, restaurantes, cafés, spas e até dois jardins zen.
Como você vai aterrissar tarde, o ideal para não perder tempo e aproveitar a cidade desde o primeiro minuto é sair para jantar e esticar a noite em um bar. A presença predominante de imigrantes mostra sua força nos cardápios, tão diversos quanto as origens dos moradores.
Na região da cidade chamada de Bur Dubai você encontra comida indiana, paquistanesa e, sobretudo, libanesa, como no Awtar (oesta.do/awtar), no hotel Grand Hyatt. O restaurante serve pratos como mezzes e kebabs enquanto dançarinas do ventre convidam os clientes a dançar.
Com pique, é possível conhecer um dos sofisticados bares da cidade. Em geral, ficam abertos até as 3 horas. O 360 Degrees (oesta.do/360ddegrees), no Jumeirah Beach Hotel, é um dos mais famosos. Vale seguir a dica dada por Sintia, a aeromoça carioca que conhecemos durante o voo: apreciar ali o pôr do sol. A construção circular no fim de uma passarela que se projeta mar adentro garante uma linda vista de qualquer ponto. Bons DJs e o menu de cozinha asiática completam a lista de atrativos.
No coração financeiro da cidade, uma opção mais tranquila é o 40 Kong (40kong.com). O lounge reúne de hóspedes do H Hotel, onde está localizado, até clientes na faixa dos 30 a 40 anos interessados em terminar o dia com drinques e bate-papo. A área é pequena e aberta, mas está sempre cheia, mesmo em uma terça-feira.
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