A mulher e a nova revolução sexual
Vamos fazer uma nova revolução sexual, a do prazer sem culpa!


Prazer sem culpa
Reprodução
Querida leitora, iniciarei este artigo propondo um pouco de história e falando da revolução sexual que chegou por aqui em terra Brasílis nos anos 60 a 70, trazendo novos códigos de comportamento sexual, o que incluía uma maior aceitação do sexo fora das relações heterossexuais e monogâmicas tradicionais.
A contracepção e a pílula, nudez em público, a normalização da homossexualidade e outras formas alternativas de sexualidade e a legalização do aborto foram fenômenos que começaram a ganhar força nas sociedades ocidentais.
Com os avanços na fabricação e na produção da borracha tornou possível a concepção e produção de preservativos que podem ser usados por centenas de milhões de homens e mulheres para evitar a gravidez a um custo reduzido.
Comprar ou adquirir afrodisíacos e/ou brinquedos sexuais se tornou “normal”. O sadomasoquismo (“S&M”) ganhou popularidade e o divórcio unilateral tornou-se legal e fácil de obter em muitos países durante os anos 1960 e 1970.
Passou-se muito e ainda estamos aqui para elucidar sobre a sexualidade e o sexo permitido na sociedade. Isso significa que buscamos a permissão de prazer sem que as mulheres sejam julgadas moralmente por suas escolhas de com quem, como e porque fazer sexo.
O mais incrível é o sucesso entre as mulheres sobre livros que descrevem abertamente relações sexuais, e são estas fantasias que secretamente povoam as mentes femininas sem que elas possam confessar aos seus parceiros.
Acredito que todas as mulheres podem e devem vivenciar suas fantasias, possuir seus brinquedos eróticos e libertarem-se de preconceitos sexuais, inclusive para com as outras mulheres, que como suas pares, devem ser companheiras nestas novas conquistas.
Formas de buscar o orgasmo e o prazer sexual só faz das mulheres cada vez mais empoderadas, de seu próprio corpo a serviço do prazer pessoal e de uma liberdade sexual tanto sonhada.
Vamos fazer uma nova revolução sexual, a do prazer sem culpa!
Feliz nova luta a todas as mulheres!
Posts Relacionados

Fundação Cultural de São José disponibiliza guia online com programação de setembro

Mário Toledo lança segundo livro como coautor em São Paulo na semana de abertura da Bienal do Livro

Carmo Dalla Vecchia e Vanessa Gerbelli falam sobre a peça “Forever Young” no Meon Entrevista
