Belém, para degustar e instigar o paladar
Jambu, tucupi, maniçoba. Tucunaré, pirarucu, filhote. Açaí e cupuaçu, talvez; e taperebá? Se você conhece todas as palavras (e sabores) citadas acima, provavelmente já esteve em Belém.


Cores e sabores do Pará
Adriana Moreira/Estadão
BELÉM – Jambu, tucupi, maniçoba. Tucunaré, pirarucu, filhote. Açaí e cupuaçu, talvez; e taperebá? Se você conhece todas as palavras (e sabores) citadas acima, provavelmente já esteve em Belém.
Com ingredientes únicos, que se combinam graças a mãos habilidosas de chefs reconhecidos, como Thiago Castanho, do premiado Remanso do Bosque, a capital paraense vem se firmando como um destino gastronômico por excelência. A principal dica para quem vai debutar na cidade é: não tenha medo de provar.
As misturas não são uma unanimidade – o jambu adormece a boca e pode causar estranheza no começo, mas como imaginar um belo tacacá sem a folha típica da Amazônia? Chocolate e cupuaçu parecem feitos um para o outro e o suco de taperebá (cajá) é viciante. O açaí, por sua vez, é bem diferente do vendido por aqui.
No Pará, serve-se a fruta batida para acompanhar peixe frito, com farinha de tapioca. Uma delícia. A chuva cai todas as tardes, o calor é constante e a segurança, um problema em pontos turísticos como o Mercado Ver-o-Peso. Ainda assim, não deixe de visitá-lo: apenas preste atenção na bolsa e no celular, principalmente quando estiver fotografando. Prefira ir pela manhã, quando está tudo fresquinho.
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