Belezas naturais e místicas da Chapada dos Guimarães
Aventura, ecoturismo, história e cultura. Um roteiro completo a 64 quilômetros de Cuiabá. A Chapada dos Guimarães abriga paisagens fantásticas com mirantes naturais que proporcionam vistas incríveis das planícies do Centro Oeste brasileiro além do Pantanal.


A Chapada dos Guimarães é um dos destinos mais procurados no Brasil
Gabriella Vieira/Destino Brasil
Aventura, ecoturismo, história e cultura. Um roteiro completo, a 64 quilômetros de Cuiabá. A Chapada dos Guimarães abriga paisagens fantásticas com mirantes naturais que proporcionam vistas incríveis das planícies do Centro Oeste brasileiro, além do Pantanal.
Esse cenário exuberante é considerado um dos lugares preferidos de quem busca contato com a natureza.
A mística cidade é formada por imensas formações rochosas pacientemente esculpidas pela natureza. O Portão do Inferno, a Salgadeira, o Morro de São Jerônimo, o Mirante (de onde é possível enxergar as luzes de Cuiabá, a 60 km de distância) e o Circuito das Cachoeiras, são alguns dos espetáculos naturais da região.
Segundo o professor de história e guia de turismo Oscar Corrêa, a Chapada está hoje a 800 metros de altitude do nível do mar e traz além de suas belezas naturais, um bioma importantíssimo, o cerrado mato-grossense. “É um símbolo. Conhecer as maravilhas desse lugar é conhecer a própria vida do planeta Terra”, relata o historiador.
Uma atração imperdível para o turista que visita a cidade é o passeio no Circuito das Cachoeiras, onde os visitantes conhecem o Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, várias cachoeiras e paisagens deslumbrantes. A caminhada de aproximadamente 7 km (ida e volta) tem início numa antiga estrada e segue com trilhas leves e moderadas.
Uma cachoeira se destaca neste circuito, por estar entre as 30 mais belas do país e ser conhecida internacionalmente: a cachoeira Véu de Noiva. A origem de seu nome surgiu em 1919, quando o bispo Francisco Corrêa achou a queda daquela água semelhante a um véu de uma noiva.
Chapada dos Guimarães impressiona os turistas que se deparam com a vista panorâmica dos paredões de arenito vermelho-alaranjado. O professor Oscar Corrêa ressalta que a profundidade de cânions é de 103 a 113 metros de profundidade. “Temos a convicção que há 450 milhões de anos por essa região passou o mar que deixou aqui sua marca, principalmente, nos paredões de arenito onde foram encontrados fósseis de baleias e fosseis petrificados de conchas”, revelou.
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