Canoa Quebrada: passeios de buggy, tirolesa e kitesurf

Não dá para se furtar aos clichês nos passeios de buggy e tirolesa no meio das dunas. A experiência começa do alto, com o voo de parapente que fica na principal praia de Canoa. Por R$ 80, o passeio de 15 minutos, acompanhado, oferece um visual deslumbrante das falésias coloridas em tons de vermelho e as mil nuances de azul do mar e do céu.

Escrito por: Antonio Pita2 min de leitura
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Passeios de buggy, tirolesa e kitesurf (foto) são atrações de Canoa Quebrada

Divulgação/Creative Commons/Flickr: José Maria Silveira

Não dá para se furtar aos clichês nos passeios de buggy e tirolesa no meio das dunas no Ceará. A experiência começa do alto, com o voo de parapente que fica na principal praia de Canoa Quebrada. Por R$ 80, o passeio de 15 minutos, acompanhado, oferece um visual deslumbrante das falésias coloridas em tons de vermelho e as mil nuances de azul do mar e do céu.

Pela terra, os trajetos podem ser feitos de buggy, com preços entre R$ 130 e R$ 300 por pessoa, a depender do destino e da extensão. Mas convém não abusar, ou as dores de coluna poderão diminuir a animação para a noite. Os passeios costumam prever paradas em altas dunas e nas piscinas naturais a 2 quilômetros da vila, e ainda banhos em lagoas naturais que têm, nas margens, bares isolados no areal.

Por ali há opções emocionantes como esquibunda (um tipo de sandboard sentado; R$ 4) e tirolesa (R$ 8), que têm entre 30 e 80 metros. Vale a pena conferir as poses e caretas registradas por fotógrafos espalhados entre as dunas. O banho de lagoa, ao final da aventura, recupera o fôlego para seguir nos solavancos do carro até o mirante do pôr do sol.

Para a gastronomia, esqueça as grandes barracas, que têm seus dias contados nas areias, e mesmo os restaurantes da Broadway, principal rua de Canoa. Bom mesmo é a comida nativa.

A Vila dos Estevãos, o primeiro ponto de povoamento da região, hoje é uma área de preservação histórica e cultural, longe da especulação imobiliária. O restaurante O Nain (88-8812-7571) serve peixes da região a preços entre R$ 22 e R$ 40 para duas pessoas. O camarão é protagonista. “Vir aqui e não experimentar nossa comida típica é perder a viagem”, diz o proprietário, Nain, conhecido em toda a vila.

À noite, as tribos se cruzam na Broadway, a rua de estilo rústico em que se concentram restaurantes, lojas de souvenir e bares. A Caverna é o ponto de encontro de quem quer ouvir música e beber cerveja observando a convivência fortuita entre estrangeiros, nativos e turistas.

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